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Copa do Mundo

Adidas, Nike e Puma dominam 77% das seleções na Copa 2026

Guerra dos Mantos: Confira quem veste cada uma das 48 seleções da Copa 2026 no bilionário mercado de material esportivo

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Arte mostrando a divisão das seleções da Copa 2026 de acordo com as fornecedoras de material esportivo.

Adidas, Nike, Puma? Afinal, quem manda no bilionário mercado das camisas das seleções da Copa do Mundo 2026? A disputa fora das quatro linhas para a Copa nos EUA, México e Canadá já tem seus primeiros vencedores definidos no mercado de material esportivo.
Após a definição das 48 seleções, o trio formado pelas gigantes Adidas, Nike e Puma detém o controle de mais de 77% das seleções classificadas para o torneio na América do Norte, vestindo 37 delas no total.

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Com a expansão para 48 equipes, a Adidas lidera o ranking de volume com 14 parcerias, seguida de perto pela Nike (12) e Puma (11).
O Mundial deste ano marca ainda a estreia polêmica da marca Jordan no uniforme nº 2 do Brasil, um movimento ousado e histórico de lifestyle infiltrado no futebol de elite. Veja quem veste quem na Copa do Mundo 2026.

O Ranking do Poder: Adidas na Liderança

A marca alemã das três listras recuperou terreno e aparece como a fornecedora com maior número de seleções classificadas: 14. A Adidas aposta na coleção “Bringback”, com designs que remetem aos modelos clássicos e oversized dos anos 1990, vestindo gigantes como Argentina, Alemanha, Espanha e o anfitrião México.

A Nike, que liderava o ranking até a Copa do Catar em 2022 (a última com 32 seleções), agora é a segunda colocada e foca na tecnologia de performance e na exploração da herança cultural. O destaque absoluto é o Brasil, que além da tradicional amarelinha, apresentou um uniforme reserva azul marinho com o icônico logotipo “Jumpman” da Jordan Brand, buscando o público jovem norte-americano. A França, Inglaterra, Holanda e os anfitriões EUA e Canadá são outros destaques.

Puma e a ascensão das Marcas Alternativas

A Puma consolidou sua terceira posição investindo pesado mais uma vez no mercado africano e europeu de médio porte. Seleções como Marrocos, Senegal, Egito e Gana formam a espinha dorsal da empresa para este ciclo. Outros destaques da marca são Portugal (que recentemente trocou a Nike pela marca alemã), Suíça, Tchéquia, Áustria e a Nova Zelândia.

Atrás das “Big 3”, o mundial de 2026 abre (pouco) espaço para marcas menos globais que buscam visibilidade. Marathon (Equador), Merooj (Irã), Capelli Sport (Cabo Verde) e até a estreante 7SABER (Uzbequistão) tentam quebrar o oligopólio das gigantes, focando em designs que celebram a identidade local de forma mais artesanal.

O Impacto da “Segunda Tela” no Design

As marcas projetaram os uniformes de 2026 pensando na visualização digital. Cores mais vibrantes e padrões gráficos de alta definição foram escolhidos para “saltar aos olhos” nas telas de smartphones e tablets.
A estratégia visa o engajamento imediato nas redes sociais: quanto mais “instagramável” for a camisa, maior o volume de vendas no e-commerce. No Kmiza27, nós amamos camisas de futebol e entendemos que o uniforme deixou de ser apenas vestimenta para se tornar um ativo digital de alta performance.

Ame ou odeie: no Brasil, o “Jumpman” virou apropriação cultural

Nem todas as camisas lançadas caíram nas graças dos torcedores. A maior polêmica do ciclo é, sem dúvida, a substituição do icônico Swoosh da Nike pelo logo de Michael Jordan no uniforme azul (reserva) do Brasil. Bom, para começar, esse projeto já nasceu polêmico porque a camisa original seria vermelha, e foi defenestrada pela opinião pública e acabou abortada. O azul voltou para a camisa reserva do Brasil, mas não sem treta: a inclusão da logo premium da Nike que estampa a icônica imagem de Michael Jordan virou tema de debates que vão desde “era o Pelé que deveria estar ali” até “apropriação cultural” e “nada a ver um ídolo do basquete na camisa da Seleção”. Embora seja uma estratégia de lifestyle para o mercado norte-americano, os puristas criticam a perda da identidade “futebolística” em favor de uma marca de basquete.

Camisa reserva do Brasil em 2026 carrega a polêmica do logo da Nike com Michael Jordan

Copa do Mundo

FIFA manda Haiti trocar camisa da Copa por suposta mensagem política. Entenda:

Polêmica: às vésperas da estreia, seleção haitiana, que volta ao Mundial depois de 52 anos, precisará fazer mudanças no uniforme principal por fazer menção à Batalha de Vertières, histórica para a independência do país e que tem relação com outro país que nem está na Copa: a Polônia. Haiti está no grupo do Brasil e enfrenta a Seleção no dia 19.

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Uniforme principal do Haiti para a Copa 2026 mostrando elementos históricos da independência do país e que foram barrados pela FIFA, que entendeu ser uma mensagem política.

Às vésperas da abertura da Copa do Mundo de 2026, a FIFA pediu alterações na camisa do Haiti 🇭🇹, sob a alegação de que certos elementos visuais podem ser interpretados como mensagem política, o que é expressamente proibido pela entidade. A fornecedora Saeta confirmou o pedido na terça-feira (10/06), três dias antes da estreia do Haiti contra a Escócia em Boston.

O uniforme em questão homenageia a Batalha de Vertières, de 1803, a última e decisiva para a independência haitiana da França, e gerou confusão nas redes pela presença de uma suposta bandeira da Polônia 🇵🇱 — que na verdade remete à bandeira original haitiana azul e vermelha.

A polêmica com a FIFA

Segundo comunicado da Saeta, empresa colombiana responsável pelo uniforme, a FIFA exigiu modificações durante o processo de aprovação. A entidade alega que alguns elementos visuais violam regulamentos que proíbem mensagens políticas, religiosas ou discriminatórias em uniformes.

A Saeta defendeu que o design é um tributo ao povo haitiano e não uma declaração política, mas acatou o pedido de mudanças. A descrição oficial da camisa fala em vestir história e orgulho e homenageia os 222 anos da independência.

A bandeira que virou confusão

Muitos viram na ilustração uma bandeira da Polônia 🇵🇱 e imaginaram uma homenagem direta. A Saeta e o site polonês Transfery.info desmentiram: a bandeira é azul e vermelha, inspirada na primeira bandeira nacional haitiana de 1804 e na Constituição de 1843. A confusão surge por causa do fundo azul da camisa, que altera a percepção das cores.

Uniforme do Haiti para a Copa 2026

O contexto histórico real (e bonito)

Porém, a ligação entre Haiti e Polônia existe de verdade e é profunda. Em 1802, Napoleão Bonaparte enviou soldados poloneses da Legião Polonesa para San Domingo (atual Haiti) para sufocar a revolta de escravizados. Muitos soldados poloneses, porém, ao entenderem a situação desertaram e lutaram ao lado dos haitianos contra as tropas francesas. A última e principal das batalhas foi a chamada Batalha de Vertières, em 18 de novembro de 1803, que libertou o Haiti do colonialismo francês.

Registro da Batalha de Vertières, em 18 de novembro de 1803, que libertou o Haiti da França

Após a independência em 1804 – o Haiti foi a primeira colônia das Américas a se tornar independente -, o líder rebelde e primeiro presidente do país, Jean-Jacques Dessalines, concedeu cidadania aos poloneses, chamou-os de Białymi Murzynami Europy (os Brancos Negros da Europa) e os reconheceu na Constituição. Cerca de 400 a 500 poloneses ficaram na ilha, principalmente na região de Cazale, onde seus descendentes preservam tradições até os dias atuais.

🇭🇹 Haiti na Copa 2026

O Haiti volta à Copa do Mundo após 52 anos de ausência e está no Grupo C, com direito a enfrentar o Brasil na segunda rodada, no dia 19 de junho, na Filadélfia. A estreia é contra a Escócia e ainda enfrentam Marrocos. A polêmica da camisa chega em um momento sensível para a seleção caribenha, que busca foco apenas no retorno histórico ao Mundial.
A Saeta tem pouco tempo para entregar a versão aprovada pela FIFA antes do início da competição. E o Haiti precisará equilibrar orgulho histórico com as rígidas regras da entidade.

Jogos do Haiti na Copa 2026:

🇭🇹 Haiti x Escócia 🏴󠁧󠁢󠁳󠁣󠁴󠁿
* 13/06 – 22H
* Gillette Stadium, Boston

🇧🇷 Brasil x Haiti 🇭🇹
* 19/06, 21H30
* Lincoln Financial Field, Filadélfia

🇲🇦 Marrocos x Haiti 🇭🇹
* 24/06, 19H
* Mercedes-Benz Stadium, Atlanta

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Copa do Mundo

Novas regras da Copa do Mundo 2026: 5 segundos para laterais, VAR mais forte e substituições rápidas

Será que pega aqui no Brasil? FIFA declara guerra à cera e dá mais poder ao vídeo: confira as 4 novas regras que vão mudar o futebol (inclusive no Brasil) e que já valem em todos os jogos do Mundial.

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Infográfico das novas regras do futebol que entram em vigor primeiro na Copa do Mundo 2026: 5 segundos para reposição de bola, VAR mais amplo, substituições e lesões sem enrolação.

A FIFA e a IFAB confirmaram as quatro principais mudanças nas regras do futebol que entrarão em vigor na Copa do Mundo 2026, nos Estados Unidos, México e Canadá. O objetivo é claro: reduzir o tempo perdido, combater a cera, aumentar o tempo útil de jogo e dar mais poder ao VAR. As novidades incluem contagem regressiva de 5 segundos em laterais e tiros de meta, substituições com limite de 10 segundos, tratamento médico fora de campo com 60 segundos de espera e ampliação do poder de revisão do VAR.

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1. A promessa: 5 segundos para laterais e tiros de meta

O árbitro poderá iniciar uma contagem regressiva visual de 5 segundos sempre que identificar demora intencional na reposição da bola. Se o lateral não for cobrado a tempo, a posse passa para o adversário.
No tiro de meta, o atraso resultará em escanteio para o outro time. A medida mira diretamente a tradicional cera clássica de times que precisam administrar o resultado.

2. VAR com muito mais poder de interferir

O árbitro de vídeo ganha alcance maior na Copa. A partir de agora, o VAR poderá revisar:

  • Segundo cartão amarelo (que resulte em expulsão);
  • Identidade errada de jogador advertido ou expulso;
  • Escanteios marcados incorretamente.

A FIFA quer corrigir erros claros que antes passavam batidos.

3. Substituições mais rápidas

O jogador substituído terá exatamente 10 segundos para deixar o campo após o painel eletrônico mostrar seu número. Se demorar, o time ficará com um jogador a menos até a próxima parada natural (pelo menos 1 minuto de jogo). O substituto só entra depois. A regra vale para todos os níveis e promete acabar com as caminhadas lentas e abraços demorados para ganhar tempo.

4. “Lesões táticas”: fora de campo e 60 segundos de espera

Se um jogador receber atendimento médico dentro de campo (exceto casos graves ou quando o adversário levar cartão), ele deverá sair imediatamente e permanecer fora por pelo menos 60 segundos após o reinício da partida. A ideia é acabar com as lesões táticas usadas para ganhar tempo.

Impacto esperado na Copa

Com 48 seleções e 104 jogos, o torneio será o mais longo da história. As novas regras chegam para tornar as partidas mais dinâmicas, justas e com mais bola rolando — algo que torcedores e analistas pediam há anos. As mudanças valem a partir de 1º de julho de 2026 para os demais campeonatos pelo mundo, incluindo o futebol brasileiro, mas a Copa já vai adotá-las integralmente desde o início.
Resta acompanhar como árbitros, jogadores e comissões técnicas vão se adaptar às mudanças. E, claro, se as novas regras vão “pegar”.

Veja a Lista de Árbitros para a Copa do Mundo 2026: Brasil é destaque

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Copa do Mundo

Ancelotti terá que quebrar um tabu quase centenário para entregar o Hexa ao Brasil

Carlo Ancelotti busca quebrar maior tabu da história das Copas do Mundo. Pela primeira vez, um técnico estrangeiro pode levantar a taça em 2026. Multicampeão por clubes, o italiano comanda a Seleção Brasileira na busca pelo Hexa e se torna o primeiro estrangeiro a dirigir o Brasil em um Mundial. Thomas Tuchel (Inglaterra) e Roberto Martínez (Portugal) também tentam o feito inédito em 96 anos de Copa.

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Carlo Ancelotti, técnico italiano da Seleção Brasileira, orienta os jogadores da Seleção Brasileira durante amistoso contra o Egito, às vésperas da Copa 2026

Pela primeira vez na história, a Copa do Mundo de 2026 pode ter um técnico estrangeiro no topo do pódio. E claro, as atenções se voltam para Carlo Ancelotti, italiano de 66 anos que comanda a Seleção Brasileira na busca pelo Hexa e se torna o primeiro estrangeiro a dirigir o Brasil em um Mundial. Até hoje, desde 1930 todas as 22 edições tiveram campeões treinados por técnicos nascidos no próprio país. O tabu agora está diretamente no caminho de Ancelotti, mas também de Thomas Tuchel (Inglaterra) e de Roberto Martínez (Portugal).

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O histórico impecável que vira pressão

Desde 1930, os oito países que levantaram a taça sempre contaram com treinadores locais. Vittorio Pozzo foi o único bicampeão (Itália, 1934 e 1938). Do lado brasileiro, nomes como Vicente Feola, Aymoré Moreira, Zagallo, Parreira e Felipão entraram para a história exatamente por isso.

Ancelotti – que inclusive já renovou contrato com a CBF até 2030 – chega como multicampeão de clubes — cinco Ligas dos Campeões, títulos nas cinco grandes ligas da Europa —, mas vive sua primeira experiência em Copa do Mundo no comando de uma seleção. Ele é apenas o quarto estrangeiro da história da Amarelinha e o primeiro a disputar o torneio.

Alemão Thomas Tuchel vai comandar a Inglaterra, que chega entre as favoritas para o título

Os outros candidatos ao “feito impossível”

Não é só o Brasil que sonha alto com treinador de fora. Thomas Tuchel, alemão, dirige a Inglaterra e tem o elenco dos Three Lions entre os favoritos. Roberto Martínez (foto), espanhol que já esteve na Copa com a Bélgica (eliminou o Brasil em 2018), comanda Portugal e conta com um time recheado de talento, liderado por Cristiano Ronaldo em sua possível última Copa.

Os três representam as principais apostas para derrubar um tabu de quase um século. Esta será a primeira Copa com maioria de técnicos estrangeiros: 27 das 48 seleções serão comandadas por treinadores de outras nacionalidades. Inclusive, pela primeira vez na história não haverá nenhum técnico brasileiro na disputa.

96 anos de tabu

Confira todos os treinadores campeões do mundo até hoje. Nunca houve um estrangeiro:

COPA DO MUNDOTÉCNICO CAMPEÃONACIONALIDADE
1930Alberto SuppiciUruguai 🇺🇾
1934Vittorio PozzoItália 🇮🇹
1938Vittorio PozzoItália 🇮🇹
1950Juan López FontanaUruguai 🇺🇾
1954Sepp HerbergerAlemanha 🇩🇪
1958Vicente FeolaBrasil 🇧🇷
1962Aymoré MoreiraBrasil 🇧🇷
1966Alf RamseyInglaterra 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿
1970ZagalloBrasil 🇧🇷
1974Helmut SchönAlemanha 🇩🇪
1978César Luis MenottiArgentina 🇦🇷
1982Enzo BearzotItália 🇮🇹
1986Carlos BilardoArgentina 🇦🇷
1990Franz BeckenbauerAlemanha 🇩🇪
1994Carlos Alberto ParreiraBrasil 🇧🇷
1998Aimé JacquetFrança 🇫🇷
2002Luiz Felipe Scolari – FelipãoBrasil 🇧🇷
2006Marcello LippiItália 🇮🇹
2010Vicente del BosqueEspanha 🇪🇸
2014Joachim LöwAlemanha 🇩🇪
2018Didier DeschampsFrança 🇫🇷
2022Lionel ScaloniArgentina 🇦🇷

Legião Estrangeira

27 dos 48 treinadores em ação na Copa 2026 não são nascidos no país que comandam:

SELEÇÃOTÉCNICO NA COPA 2026NACIONALIDADE
🇿🇦 África do SulHugo BroosBelga 🇧🇪
🇦🇹 ÁustriaRalf RangnickAlemão 🇩🇪
🇨🇴 ColômbiaNéstor LorenzoArgentino 🇦🇷
🇨🇩 RD CongoSébastien DesabreFrancês 🇫🇷
🇵🇹 PortugalRoberto MartínezEspanhol 🇪🇸
🇺🇾 UruguaiMarcelo BielsaArgentino 🇦🇷
🇳🇿 Nova ZelândiaDarren BazeleyInglês 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿
🇹🇷 TurquiaVincenzo MontellaItaliano 🇮🇹
🇩🇿 ArgéliaVladimir PetkovićSuíço 🇨🇭
🇭🇹 HaitiSébastien MignéFrancês 🇫🇷
🇨🇦 CanadáJesse MarschNorte-Americano 🇺🇸
🇯🇴 JordâniaJamal SellamiMarroquino 🇲🇦
🇪🇨 EquadorSebastián BeccaceceArgentino 🇦🇷
🇵🇾 ParaguaiGustavo AlfaroArgentino 🇦🇷
🇺🇸 Estados UnidosMauricio PochettinoArgentino 🇦🇷
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿InglaterraThomas TuchelAlemão 🇩🇪
🇧🇪 BélgicaRudi GarciaFrancês 🇫🇷
🇶🇦 CatarJulian LopeteguiEspanhol 🇪🇸
🇮🇶 IraqueGraham ArnoldAustraliano 🇦🇺
🇧🇷 BrasilCarlo AncelottiItaliano 🇮🇹
🇺🇿 UzbequistãoFábio CannavaroItaliano 🇮🇹
🇸🇪 SuéciaGraham PotterInglês 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿
🇹🇳 TunísiaSabri LamouchiFrancês 🇫🇷
🇨🇼 CuraçaoDick AdvocaatHolandês 🇳🇱
🇲🇦 MarrocosMohamed OuahbiBelga 🇧🇪
🇬🇭 GanaCarlos QueirozPortuguês 🇵🇹
🇵🇦 PanamáThomas ChristiansenDinamarquês 🇩🇰

*Pela primeira vez, Copa do Mundo não terá nenhum técnico brasileiro na disputa

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