Copa do Mundo
Mbappé apagado, Vini iluminado: Por que o camisa 7 reassumiu o protagonismo.
Na ausência do craque francês, fora desde 24 de abril, Vini Jr. passou a ser não somente a referência técnica, mas também de liderança.
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3 meses atrásem
Mbappé em modo avião, literalmente
A postura de Kylian Mbappé vem gerando cada vez mais incômodo no Real Madrid. De acordo com o jornal francês L’Équipe, o atacante tem sido visto como individualista, provocando desgaste tanto com os torcedores quanto dentro do clube. O problema não é falta de gols. São 42 gols em 46 jogos nessa temporada pelo Real. O problema é o que acontece quando as chuteiras ficam no armário.
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Fora dos gramados desde 24 de abril por causa de um problema muscular na coxa, Mbappé aproveitou o fim de semana para ir a Cagliari, na Itália, acompanhado da atriz Ester Expósito. A decisão não caiu bem, especialmente por acontecer às vésperas do clássico contra o Barcelona. Para piorar, Mbappé retornou a Madri poucos minutos antes do início da partida contra o Espanyol, o que ampliou a percepção de falta de comprometimento em um momento crucial da temporada.
E esse não foi o primeiro episódio. Em março, durante uma derrota do Real Madrid para o Getafe, o francês foi visto jantando em Paris com amigos, o que já havia gerado controvérsia e críticas.

Mbappé lamenta. (Foto: Marcelo Del Pozo/Reuters)
Smoking no vestiário: a metáfora que ficou no ar
O técnico Álvaro Arbeloa, sem citar nomes, afiou o bisturi na coletiva. “Me incomoda quando corremos menos que os outros, e não apenas sem bola. O Real Madrid não se construiu entrando em campo de smoking, mas se sujando de suor e de barro”, disparou o comandante.
Dois episódios recentes teriam sido o estopim para a crise: um atraso de 40 minutos para um almoço oficial da equipe e uma atitude desrespeitosa a um membro da comissão técnica durante um treinamento. O que mais irritaria o grupo é a ausência de punições — a percepção de que o atacante tem privilégios intocáveis começou a quebrar a harmonia do elenco. Quando a estrela mais cara do planeta não é cobrada como os outros, o vestiário racha por dentro.
O reflexo dessa tensão é o aparente isolamento do craque com o restante do elenco. Atualmente, Mbappé manteria laços estreitos apenas com o “clã francês” do elenco, formado por Ferland Mendy, Aurélien Tchouameni e Eduardo Camavinga.
Entra Vini Jr., o capitão sem braçadeira
Enquanto a novela francesa se arrasta, o camisa 7 carioca parece ter reassumido seu papel de liderança. Arbeloa foi direto ao ponto após a vitória sobre o Espanyol: “Ele voltou a fazer uma grande exibição, marcando dois golaços, sendo o líder no setor ofensivo da equipe e uma ameaça cada vez que pega na bola. É muito agressivo, inteligente, muito corajoso, constante.”
Arbeloa completou o elogio com força total: “Um jogador fantástico, um líder nato, um companheiro de equipe que todos adoram, uma ótima pessoa. Tenho muito orgulho de tê-lo como jogador; sou incrivelmente sortudo.”
Os números de Vini em 2026 sustentam cada palavra: 16 gols em 28 jogos, segundo maior artilheiro do ano no futebol europeu, atrás apenas de Harry Kane. E mais: o brasileiro entrou numa seleta prateleira do clube, tornando-se apenas o oitavo atleta do Real Madrid a fazer 20 ou mais gols em cinco temporadas seguidas.
O Brasil precisa do líder que o Real Madrid já descobriu
A Copa do Mundo começa em menos de 40 dias, e o Brasil chega ao torneio buscando algo que não vê desde 2002: a taça. Vini Jr. não é apenas o melhor jogador da Seleção, ele pode ser o eixo emocional de um grupo que historicamente naufraga quando falta alguém para segurar o leme nos momentos de tempestade.

Vini Jr. comemora gol. (Foto: Conmebol)
O que o Real Madrid mostrou nesta temporada é revelador: quando Vini assume a liderança, o time respira diferente. E lidera pelo exemplo, pelos gols, por ajudar na marcação, pelo abraço no companheiro que errou.
A pergunta que devemos fazer é: “O entorno vai saber proteger e empoderar esse líder que está em plena ascensão?” Se a resposta for sim, o Brasil pode ter, finalmente, um líder que uma Copa exige.
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Copa do Mundo
Brasil encabeça lista das potências que passaram vergonha na Copa 2026
Seleção Brasileira vai embora cedo com a pior colocação em 36 anos e se junta a outras equipes que decepcionaram no Mundial
Publicado
9 horas atrásem
21 de julho de 2026Por
Braga
A Copa do Mundo de 2026 não reservou finais felizes para gigantes do futebol mundial. E olha que nem estamos falando aqui da Itália, tetracampeã mundial que nem veio para o terceiro Mundial seguido. A Seleção Brasileira deu adeus ao torneio nas oitavas de final após ser derrotada por 2 a 1 pela Noruega, amargando sua pior colocação final no torneio desde 1990. Além da equipe de Neymar e companhia, outras potências históricas amargaram fracassos retumbantes no continente norte-americano. Alemanha, Uruguai e Portugal, por exemplo, protagonizaram desempenhos muito abaixo de suas tradições futebolísticas.
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Recordes, Gols e Espanha Campeã: o Balanço Final da Copa 2026
Festa na convocação, fiasco em campo: o colapso do Brasil
A Seleção Brasileira chegou aos Estados Unidos cercada de expectativas, com direito a festa cinematográfica no anúncio dos convocados e forte apelo comercial. O campo, contudo, entregou uma realidade melancólica.

Haaland marcou os dois gols que eliminaram o Brasil nas oitavas de final diante da Noruega
Após estrear com empate duro contra Marrocos, mas ainda assim avançar na liderança do Grupo C, o time do italiano Carlo Ancelotti sofreu para superar o Japão nos 16 avos de final, com gol da virada nos acréscimos. Mas aí o Brasil desmoronou nas oitavas: a vitória norueguesa por 2 a 1 no MetLife Stadium, com dois gols de Erling Haaland, expôs a fragilidade emocional do elenco e a falta de organização tática.
O volante Bruno Guimarães tornou-se o primeiro jogador brasileiro desde Zico a desperdiçar uma penalidade em tempo normal de Copa. A eliminação marcou a despedida melancólica de ídolos da geração, sobretudo Neymar – que ainda marcou de pênalti seu último gol pela Seleção no mesmo estádio onde havia estreado 16 anos antes -, e empurrou o Brasil para o 11º lugar da classificação geral, a pior do país em 36 anos e a segunda pior da história.

Bruno Guimarães perdeu pênalti contra Noruega, primeiro desperdiçado desde Zico em 1986
O calvário da Alemanha continua
A Seleção Alemã acumulou mais um capítulo trágico para o seu retrospecto recente na maior competição do planeta. A tetracampeã mundial até parecia que tinha superado os traumas das eliminações na fase de grupos em 2018 e 2022 ao vencer os dois primeiros jogos, com direito a uma goleada por 7×1 (sim, teve isso!) sobre a estreante Curaçao, mas depois foi ladeira abaixo e não chegou nem nas oitavas de final.
Classificada em primeiro no Grupo E, a Alemanha vinha de derrota para o Equador na última rodada do grupo e caiu logo nos 16 avos de final diante do Paraguai. Após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar, a vaga foi decidida nas penalidades máximas e os paraguaios triunfaram por 4 a 3. O resultado manteve o jejum dos alemães, que não frequentam as oitavas de final de um Mundial desde que levantaram a taça no Brasil em 2014, e abriu uma crise sem precedentes na seleção, com direito a troca de técnico e críticas abertas a alguns líderes do elenco pela apatia no Mundial.

Alemanha até começou a Copa bem, mas parou no primeiro mata-mata diante do Paraguai
Anatomia do Desastre
Como algumas seleções tradicionais deram vexame na Copa:
| Seleção | Fase da Eliminação | Detalhe do Fracasso |
| 🇧🇷 Brasil | Oitavas de Final | Derrota por 2 a 1 para a Noruega e pior classificação em 36 anos |
| 🇩🇪 Alemanha | 16 Avos de Final | Eliminada nos pênaltis (4 x 3) para o Paraguai. |
| 🇺🇾 Uruguai | Fase de Grupos | Nenhuma vitória no Grupo H e crise entre elenco e treinador |
| 🇵🇹 Portugal | Oitavas de Final | Derrota de 1 a 0 para a Espanha sem chutar no gol |
Uruguai Zerado e a frieza de Portugal

O futebol sul-americano sofreu com o desempenho melancólico do Uruguai. A Celeste foi a única das seis representantes do continente a cair ainda na fase de grupos ao somar apenas dois pontos no Grupo H, sem vencer uma única partida: empatou contra Arábia Saudita e Cabo Verde e perdeu para a Espanha. O fracasso gerou forte desgaste interno entre o técnico Marcelo Bielsa e os líderes do vestiário.
Já a Seleção Portuguesa, que chegou apontada por muitos analistas como forte candidata ao título, caiu mais uma vez diante da bicampeã Espanha nas oitavas de final por 1 a 0. Com um elenco recheado de estrelas mundiais, os portugueses adotaram uma postura extremamente defensiva e deixaram o gramado vaiados. A má gestão de talentos do treinador Roberto Martínez minou a despedida internacional da geração de Cristiano Ronaldo e Cia. O Robozão, inclusive, foi uma das poucas estrelas a decepcionar na Copa, marcando apenas 3 gols, sendo 2 na goleada sobre o Uzbequistão, e tendo atuações discretas nos outros jogos.

Cristiano Ronaldo e toda a seleção de Portugal decepcionaram na Copa e foram embora cedo
Prometiam muito, entregaram nada
Outras seleções que chegaram badaladas e decepcionaram na Copa:
🇹🇷 Turquia – Com uma geração de ouro, perdeu os dois primeiros jogos dando 60 chutes e não marcando nenhum gol e acabou eliminada por antecipação.

Turquia chegou cotada a ir longe, mas perdeu os dois primeiros jogos e acabou eliminada
🇳🇱 Holanda – Outra seleção apontada como favorita a ir longe, até fez uma boa fase de grupos, mas parou logo no primeiro mata-mata mais uma vez eliminada nos pênaltis, desta vez para Marrocos.
🇸🇳 Senegal – A campeã africana foi presa fácil para França e Noruega em confrontos difíceis, mas ainda assim conseguiu avançar e vencia a Bélgica por 2×0 até os 40 do 2º tempo nos 16 avos de final, e cedeu o empate e depois a derrota na prorrogação.
🇰🇷 Coreia do Sul – Seleção tradicional da Ásia de quem se esperava boa campanha, principalmente pelo grupo acessível. Mas mesmo com uma estreia convincente, a apatia nos dois jogos seguintes rendeu derrotas e uma eliminação inesperada.

Coreia do Sul de Son estreou com vitória mas depois perdeu 2 jogos e caiu na fase de grupos
Seleção Kmiza27 das decepções da Copa do Mundo
Goleiro:
Fernando Muslera (🇺🇾 Uruguai)
Laterais/Zagueiros:
Piero Hincapié (🇪🇨 Equador)
Jasko Gvardiol (🇭🇷 Croácia)
Danilo (🇧🇷 Brasil)
Volantes/Meias:
Vitinha (🇵🇹 Portugal)
Neymar (🇧🇷 Brasil)
Florian Wirtz (🇩🇪 Alemanha)
Arda Guler (🇹🇷 Turquia)
Atacantes:
Raphinha (🇧🇷 Brasil)
Cristiano Ronaldo (🇵🇹 Portugal)
Alexander Sorloth (🇳🇴 Noruega)
Técnico: Marcelo Bielsa (🇺🇾 Uruguai)
Copa do Mundo
Copa 2026: Recordes, gols e Espanha campeã – o balanço final do maior Mundial da história!
Tudo que você precisa saber sobre os 39 dias da Copa dos grandes protagonistas, das polêmicas e dos números assombrosos
Publicado
21 horas atrásem
20 de julho de 2026Por
Braga
A Copa do Mundo de 2026, realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 na América do Norte, consagrou a Espanha como bicampeã mundial após vitória por 1 a 0 sobre a Argentina na final, com o gol marcado por Ferran Torres aos 106 minutos da prorrogação no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey. O torneio foi o primeiro da história com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países: Estados Unidos, México e Canadá. O Mundial bateu recordes absolutos de público, gols marcados e marcou a quebra de marcas históricas individuais.
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Brasil encabeça lista das potências que passaram vergonha na Copa 2026
Números e Estatísticas
O formato expandido proporcionou marcas impressionantes ao longo dos 39 dias de competição:
Total de gols: 308 gols (média de 2,96 por partida – a maior desde 1970)
Total de jogos: 104 confrontos
Público total nos estádios: Mais de 6,8 milhões de torcedores
Melhor Ataque: França e Inglaterra (20 gols marcados)
Melhor Defesa: Espanha (apenas 1 gol sofrido em 8 jogos – Recorde)
Disciplina: 235 cartões amarelos e 12 cartões vermelhos

Capitão Rodri ergue a Taça FIFA com jogadores da Espanha após vencer a Argentina na final
🌍 Classificação final da Copa do Mundo 2026:
▪️1° 🇪🇸 Espanha (22) +13 SG 🏆
▪️2º 🇦🇷 Argentina (21) +11 SG
▪️3º 🏴 Inglaterra (19) +8 SG (melhor desde 1966)
▪️4° 🇫🇷 França (18) +10 SG
▪️5º 🇳🇴 Noruega (12) +2 SG 🆙
▪️6º 🇧🇪 Bélgica (11) +7 SG
▪️7º 🇲🇦 Marrocos (11) +4 SG
▪️8º 🇨🇭 Suíça (11) +4 SG
▪️9° 🇲🇽 México (12) +7 SG
▪️10° 🇨🇴 Colômbia (11) +4 SG
▪️11° 🇧🇷 Brasil (10) +6 SG (pior desde 1990)
▪️12° 🇺🇸 Estados Unidos (9) +3 SG
▪️13° 🇵🇹 Portugal (8) +5 SG
▪️14° 🇨🇦 Canadá (7) +3 SG
▪️15° 🇪🇬 Egito (6) +1 SG
▪️16° 🇵🇾 Paraguai (5) -3 SG
▪️17° 🇳🇱 Países Baixos (8) +6 SG
▪️18° 🇩🇪 Alemanha (7) +6 SG
▪️19° 🇨🇮 Costa do Marfim (6) +1 SG
▪️20° 🇭🇷 Croácia (6) -1 SG
▪️21° 🇯🇵 Japão (5) +3 SG
▪️22° 🇦🇺 Austrália (5) 00 SG
▪️23° 🇨🇩 Congo DR (4) 00 SG 🆙
▪️24° 🇬🇭 Gana (4) -1 SG
▪️25° 🇪🇨 Equador (4) -2 SG / 2G / -12 fair play
▪️26° 🇿🇦 África do Sul (4) -2 SG / 2G / -13 fair play
▪️27° 🇸🇪 Suécia (4) -3 SG / 7G
▪️28° 🇦🇹 Áustria (4) -3 SG / 6 gols
▪️29° 🇧🇦 Bósnia & Herzegovina (4) -3 SG / 5 gols
▪️30° 🇩🇿 Argélia (4) -4 SG
▪️31° 🇸🇳 Senegal (3) +1 SG
▪️32° 🇨🇻 Cabo Verde (3) -1 SG
▪️33° 🇮🇷 Irã (3) 0 SG
▪️34° 🇰🇷 Coréia do Sul (3) -1 SG
▪️35° 🇹🇷 Turquia (3) -2 SG
▪️36° 🏴 Escócia (3) -3 SG
▪️37° 🇺🇾 Uruguai (2) -1 SG
▪️38° 🇸🇦 Arábia Saudita (2) -4 SG
▪️39° 🇨🇿 Tchéquia (1) -4 SG
▪️40° 🇳🇿 Nova Zelândia (1) -6 SG
▪️41° 🇶🇦 Catar (1) -8 SG / 2 gols
▪️42° 🇨🇼 Curaçao (1) -8 SG / 1 gol
▪️43° 🇵🇦 Panamá (0) -4 SG
▪️44° 🇯🇴 Jordânia (0) -5 SG
▪️45° 🇭🇹 Haiti (0) -6 SG
▪️46° 🇺🇿 Uzbequistão (0) -9 SG
▪️47° 🇹🇳 Tunísia (0) -10 SG
▪️48° 🇮🇶 Iraque (0) -11 SG 🔦
Quadro de Premiações Individuais (FIFA Awards)
A Espanha dominou a premiação individual após a conquista do bicampeonato:
| Prêmio FIFA | Vencedor |
| Bola de Ouro (Melhor Jogador) | Rodri (Espanha) |
| Bola de Prata | Lionel Messi (Argentina) |
| Bola de Bronze | Kylian Mbappé (França) |
| Chuteira de Ouro (Artilheiro) | Kylian Mbappé (França – 10 gols) |
| Luva de Ouro (Melhor Goleiro) | Unai Simón (Espanha) |
| Melhor Jogador Jovem | Pau Cubarsí (Espanha – 19 anos) |
| Troféu Fair Play | Holanda |
Seleção Kmiza27 dos melhores da Copa 2026:
Goleiro:
Dibu Martinez ( 🇦🇷 Argentina)
Laterais:
Pedro Porro ( 🇪🇸 Espanha)
Cucurella ( 🇪🇸 Espanha)
Zagueiros:
Pau Cubarsi ( 🇪🇸 Espanha)
Upamecano ( 🇫🇷 França)
Meias:
Rodri ( 🇪🇸 Espanha)
Olise ( 🇫🇷 França)
Bellingham ( 🏴 Inglaterra)
Atacantes:
Mbappe ( 🇫🇷 França)
Messi ( 🇦🇷 Argentina)
Haaland ( 🇳🇴 Noruega)
Técnico:
Luís De La Fuente ( 🇪🇸 Espanha)
Melhores da Copa (na avaliação do Kmiza27):
🏅Messi ( 🇦🇷 Argentina)
🥈Mbappe ( 🇫🇷 França)
🥉Bellingham ( 🏴 Inglaterra)
(Rodri, o melhor da Copa para a FIFA, é o nosso 4º colocado)
Tabela de Artilharia do Mundial 2026
Kylian Mbappé brilhou individualmente e faturou pela segunda Copa consecutiva a Chuteira de Ouro (feito inédito) com 10 gols marcados no torneio, marca que não era alcançada desde o alemão Gerd Muller na Copa de 1970.
Artilharia da Copa do Mundo 2026 ⚽
10 gols ⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽
🇫🇷 Kylian Mbappe
8 gols ⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽
🇦🇷 Lionel Messi
7 gols ⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽
🏴 Jude Bellingham
🇳🇴 Erling Haaland
6 gols ⚽⚽⚽⚽⚽⚽
🏴 Harry Kane
🇫🇷 Ousmane Dembele
5 gols ⚽⚽⚽⚽⚽
🇪🇸 Mikel Oyarzabal
4 gols ⚽⚽⚽⚽
🇲🇽 Julián Quiñones
🇧🇷 Vinícius Júnior
🇸🇳 Ismaila Sarr
3 gols ⚽⚽⚽
🇦🇷 Lautaro Martinez
🇫🇷 Bradley Barcola
🏴 Bukayo Saka
🇨🇭 Johan Manzambi
🇧🇪 Romelu Lukaku
🇧🇪 Charles De Ketelaere
🇲🇦 Ismael Saibari
🇺🇸 Folarin Balogun
🇲🇽 Raúl Jimenez
🇵🇹 Cristiano Ronaldo
🇧🇷 Matheus Cunha
🇨🇦 Jonathan David
🇩🇪 Deniz Undav
🇳🇱 Brian Brobbey
🇳🇿 Elijah Just
🇨🇩 Yoane Wissa
2 gols ⚽⚽
🇦🇷 Enzo Fernandez
🇪🇸 Mikel Merino
🇪🇸 Pedro Porro
🇨🇭 Dan Ndoye
🇲🇦 Azzedine Ounahi
🇲🇦 Soufiane Rahimi
🇨🇴 Daniel Muñoz
🇧🇪 Leandro Trossard
🇧🇪 Youri Tielemans
🇪🇬 Emam Ashour
🇪🇬 Mostafa Ziko
🇺🇸 Malik Tillmann
🇨🇦 Cyle Larin
🇩🇪 Kai Havertz
🇳🇱 Cody Gakpo
🇳🇱 Crysencio Summerville
🇯🇵 Daichi Kamada
🇯🇵 Ayase Ueda
🇸🇪 Yasin Ayari
🇸🇪 Anthony Elanga
🇺🇾 Maxi Araújo
🇸🇳 Pape Gueye
🇸🇳 Iliman Ndyaie
🇨🇮 Nicolas Pepe
🇮🇷 Ramin Rezaian
🇧🇦 Ermin Mahmic
🇦🇹 Marko Arnautovic
🇩🇿 Riyad Mahrez
Recordes Históricos Quebrados em 2026

Francês Mbappe foi artilheiro com 10 gols e se tornou maior goleador das Copas com 22
O Maior Artilheiro da História das Copas
Kylian Mbappé marcou 10 gols nesta edição e chegou a impressionantes 22 gols na carreira em três Copas do Mundo (22 jogos), ultrapassando Lionel Messi (21) no último jogo e deixando muito para trás Miroslav Klose (16), o recordista antes de a Copa começar, para assumir o topo do ranking histórico de todos os tempos.
Artilharia Histórica das Copas do Mundo:
🇫🇷 22 Kylian Mbappé 🆙
🇦🇷 21 Lionel Messi 🆙
🇩🇪 16 Miroslav Klose
🇧🇷 15 Ronaldo Fenômeno
🇩🇪 14 Gerd Muller
🏴 14 Harry Kane 🆙
🇫🇷 13 Just Fontaine
🇧🇷 12 Pelé

Goleiro Espanhol Unai Simón tomou seu único gol na Copa do Mundo apenas na 6ª partida
A Muralha (Quase) Invicta de Unai Simón
O goleiro espanhol Unai Simón estabeleceu um novo recorde ao ficar 650 minutos consecutivos sem sofrer gols em jogos de Copa do Mundo (somando o último jogo de 2022 e cinco em 2026), superando a marca de 517 minutos mantida pelo italiano Walter Zenga desde 1990. Ele sofreu seu único gol na Copa no sexto jogo, na vitória sobre a Bélgica por 2×1 nas quartas de final.

Lionel Messi colecionou recordes durante sua última participação em Copas aos 39 anos
Recordes de Messi e CR7
Em sua 6ª participação em Mundiais, Lionel Messi tornou-se o jogador com mais partidas na história do torneio (34 jogos) e o atleta com mais vitórias acumuladas (23 triunfos). Com uma participação brilhante (até a final) aos 39 anos, somou ainda 8 gols e 2 assistências, o recorde absoluto de gols marcados em 9 jogos consecutivos (desde 2022), o jogador mais velho a fazer um hat-trick (38 anos e 357 dias) e até uma marca negativa: o primeiro jogador a perder 4 pênaltis em Copas do Mundo e em 3 Mundiais diferentes. Já Cristiano Ronaldo, apesar de uma Copa bem mais discreta que o seu eterno oponente, também conquistou marcas para chamar de sua: com os dois gols contra o Uzbequistão, se tornou o único jogador a marcar em 6 Copas diferentes, e ainda o segundo mais velho e marcar e o mais velho a balançar as redes mais de uma vez, aos 41 anos.

Cristiano Ronaldo se tornou o único jogador da história a marcar gols em 6 Copas diferentes
Gol Mais Rápido da Edição
O meia Matías Galarza, do Paraguai, marcou aos 65 segundos na vitória sobre a Turquia, na segunda rodada, registrando o gol mais rápido da Copa de 2026.

Matias Galarza marcou aos 65 segundos na vitória do Paraguai sobre a Turquia na 2ª rodada
O Garçom que superou Pelé

O francês Michel Olise chegou credenciado como uma das grandes estrelas da Copa, e de certa forma não decepcionou. O “Artista”, como é chamado pelo estilo de jogo extremamente refinado, não marcou nenhum gol (mas em compensação perdeu muitos, quase sempre por excessos), mas saiu da Copa como recordista de assistências. Foram 7 no total, superando o recordista anterior que era nada menos que Pelé, com 5 assistências na Copa de 1970.
As longas invencibilidades de Espanha e Holanda
A campeã Espanha estabeleceu várias novas marcas, inclusive na final alcançou 38 jogos de invencibilidade (desde março de 2024) e quebrou o recorde anterior que era da Itália entre 2018 e 2021. A sequência começou justamente no empate em 3×3 com o Brasil em amistoso em Madri e passou pelo título da Eurocopa e do vice-campeonato da Nations League (perdeu a decisão para Portugal nos pênaltis). Já a Holanda foi embora pra casa cedo mas levou uma façanha na bagagem: o recorde de invencibilidade em Copas de 16 jogos, superando o Brasil que detinha a marca há mais de 60 anos. A última derrota laranja em Copas foi justamente na final de 2010 contra a Espanha, na prorrogação, depois disso não participou da Copa de 2018 e nas outras todas foi eliminada nos pênaltis (para a Argentina em 2014 e 2022 e para Marrocos em 2026).

Holanda chegou a 16 jogos sem perder em Copas do Mundo e qubrou recorde de 60 anos

Mais defesas em uma única partida
O goleiro Eloy Room (Curaçao) igualou o recorde histórico das Copas ao realizar 16 defesas difíceis na partida contra o Equador em Kansas City, que garantiu o 0x0 e o primeiro e único ponto do menor país a disputar um Mundial. E isso após ter tomado 7 gols na estreia contra a Alemanha.
Técnicos mais velhos e com mais jogos
Na sua despedida, Didier Deschamps (França) assumiu a liderança isolada ao atingir 26 partidas dirigidas no comando da seleção francesa em quatro Mundiais. Já Dick Advocaat, holandês que comandou Curaçao se tornou o mais velho a participar de uma Copa do Mundo, com 78 anos e 271 dias, superando Miroslav Koubek (Tchéquia, 74 anos), Hugo Broos (África do Sul, 74 anos), Carlos Queiroz (Gana, 73 anos), todos também na ativa em 2026 e que superaram o antigo recordista Otto Rehhagel (71 anos em 2010).

Didier Deschamps se despediu do comando da seleção da França após 4 Copas do Mundo
Curiosidades e Histórias Marcantes desse Mundial
Estreias históricas: A edição de 2026 marcou a primeira participação de 4 países: Curaçao, tornando-se o menor país em território a disputar uma fase final de Copa do Mundo, Jordânia, Uzbequistão e Cabo Verde. E foram os africanos que brilharam: na estreia seguraram a Espanha no 0x0 e foram os únicos a não perderam para a campeã, e com outros dois empates, avançaram de fase e só pararam na prorrogação contra a outra finalista, a então campeã Argentina. Liderados pelo goleiro e agora popstar Vozinha, os caboverdianos foram a grande surpresa da Copa.

Goleiro Vozinha, de 40 anos, conduziu Cabo Verde para uma campanha histórica na estreia

Marcas emblemáticas: A Copa de 2026 registrou pelo menos dois feitos históricos. A vitória do Japão por 4×0 sobre a Tunísia na 2ª rodada foi o jogo nº 1.000 da história das Copas. Já o gol de Enzo Fernandez, que decretou a virada da Argentina sobre o Egito nas oitavas de final, foi o gol nº 3.000 da história dos Mundiais.

Ataques demolidores, defesas nem tanto: Inglaterra e França tiveram os melhores ataques (20 gols cada) e as melhores duplas da Copa. Jude Bellingham e Harry Kane somaram 13 gols juntos, igualando a marca da dupla Ronaldo e Rivaldo pelo Brasil na Copa de 2002. Mas Mbappe e Dembele foram ainda melhores, marcando 16 dos 20 gols franceses. O jogo entre eles, vitória inglesa por 6×4 na decisão do 3º lugar, foi o recordista de gols nesta Copa e em 44 anos, e ainda se tornou a decisão de terceiro lugar com mais gols na história. Mas se o ataque inglês brilhou, a defesa tomou 12 gols e ficou entre as piores da Copa, ao lado dos lanternas Iraque e Tunísia.
São Pedro colaborou: Antes da Copa, o temido protocolo de raios dos EUA gerou calafrios nas delegações, torcedores e imprensa, que já tinham visto jogos atrasarem até três horas no Mundial de Clubes um ano antes. Para piorar, havia a expectativa de um número alto de partidas afetadas com atrasos ou paralisações. Na prática, porém, parece que os deuses do futebol interferiram junto a São Pedro, e apenas um jogo foi paralisado (França x Iraque ficou parado 2 horas no intervalo) e um outro teve seu início atrasado (México x Equador, mesmo que o México não adote o mesmo protocolo, a FIFA optou por padronizar a questão nas três sedes. Ainda assim, foi muito melhor que o esperado.

França x Iraque na Filadélfia foi o único jogo da Copa a ser paralisado pelo protocolo de raios
Remada Viking e Wonderwall, os hits da Copa: em uma Copa com a presença de tantas estrelas nas tribunas em praticamente todos os jogos (só na final eram 178 celebridades nos camarotes), e com uma música tema de Shakira que colou nos ouvidos mundo afora, foram duas celebrações espontâneas das arquibancadas que ficaram marcadas como os grandes hits do Mundial. A torcida da Noruega virou mania com a sua Remada Viking que ganhou versões pelos estádios e pelo mundo todo e que teve participação muitas vezes dos jogadores da seleção após as partidas (inclusive na vitória contra o Brasil). Já a torcida inglesa entoou o coro de Wonderwall, clássico da Banda Oasis, a cada vitória do English Team, e também contou com a participação entusiasmada dos jogadores. E teve duelo dos hits da Copa: só uma seguiria em frente quando Noruega e Inglaterra se enfrentaram nas quartas de final, os ingleses mandaram os vikings remando de volta pra casa e avançaram para a reta final.


Despedida Agridoce: Uma das decepções da Copa, a Turquia perdeu os dois primeiros jogos contra Austrália e Paraguai e já foi eliminada para a rodada final contra os EUA. Apesar da frustração, os turcos renderam ótimos memes e ao menos levaram uma curiosidade na bagagem: foram a única seleção, sem contar a campeã Espanha e a terceira colocada Inglaterra, a se despedir da Copa com vitória, pois venceram o time reserva dos EUA por 3×2 com gol no último lance da partida.
Um tabu que vai completar 100 anos: com o título da Espanha e do técnico Luís De La Fuente, a marca mais longeva das Copas do Mundo segue de pé e vai completar 100 anos junto com o torneio em 2030. Nunca um treinador estrangeiro foi campeão (dirigindo um país que não o seu de nascimento). Em 2026, o italiano Carlo Ancelotti pelo Brasil, o alemão Thomas Tuchel pela Inglaterra (quem foi mais longe) e o espanhol Roberto Martinez por Portugal eram candidatos, mas ficaram pelo caminho.

Alemão Thomas Tuchel levou a Inglaterra ao 3º lugar, melhor posição do país em 60 anos
Galeria de Campeões atualizada

Não foi dessa vez que tivemos um novo membro no clube dos 8 campeões mundiais. A última a entrar foi justamente a Espanha em 2010, que agora ampliou sua marca e deixou a Inglaterra sozinha com seu único título. Lá no topo, nada mudou: mesmo em seu pior período de vacas magras, o Brasil segue no topo com 5 títulos, seguido por Alemanha e Itália, que também andam bem longe de novas conquistas.
Brasil permanece no topo

Todos os resultados dos 104 jogos da Copa do Mundo de 2026, a maior de todos os tempos
Copa do Mundo
Vexame em números: Como a Seleção Brasileira atingiu pior marca em décadas
Com o 11º lugar em 2026, Brasil iguala segunda pior posição da história nas Copas do Mundo
Publicado
2 semanas atrásem
8 de julho de 2026Por
Braga
A Seleção Brasileira encerrou a sua participação na Copa do Mundo de 2026 na amarga 11ª colocação geral do torneio, após os critérios de desempate da Fifa confirmarem o ranking oficial nesta terça-feira (08/08), com o encerramento das oitavas de final.
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A eliminação precoce para a Noruega por 2 a 1, ocorrida nesta mesma fase no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey, selou o destino da equipe comandada por Carlo Ancelotti. Com este resultado melancólico, o Brasil igualou a segunda pior campanha de toda a sua história em Mundiais, escancarando a crise técnica que assola o futebol nacional e que levará o país a sua maior sequência sem títulos (28 anos) neste ciclo até a Copa de 2030.
O tamanho do tombo histórico
A última vez que o Brasil passou por tamanho vexame foi na Copa de 1966, na Inglaterra, quando também terminou em 11º lugar após cair na fase de grupos. Mas a diferença é que naquele Mundial o Brasil vinha de um bicampeonato (que ninguém mais alcançou até hoje), e o resultado foi colocado apenas na conta de um planejamento ruim. Na sequência, toda aquela geração seria consagrada na Copa de 1970.
A única campanha inferior a essa na história ocorreu há quase um século, na Copa do Mundo de 1934, quando o país caiu logo na estreia e ficou na 14ª posição. Mas eram outros tempos e outro formato de competição. A de hoje, por todo o contexto, é muito mais negativa.
O desempenho em 2026 quebra de forma dolorosa uma tradição de figurar entre as principais potências globais. O time canarinho ficou de fora até mesmo do top 10 do torneio, algo que assusta o torcedor acostumado com o protagonismo. O Brasil não ficava fora das quartas de final desde a Copa de 1990, quando caiu nas oitavas de final também para a Argentina.
Os números da campanha de 2026
A Seleção Brasileira se despediu dos gramados norte-americanos com um retrospecto morno e sem brilho coletivo. Foram computadas três vitórias, contra Haiti, Escócia e Japão, além de um empate diante de Marrocos na estreia.
A única e fatal derrota veio diante dos noruegueses, comandados pelo artilheiro Erling Haaland, que marcou os dois gols na vitória por 2×1 (Neymar descontou de pênalti no fim). O meio-campista Bruno Guimarães, que desperdiçou um pênalti no início da partida decisiva, assumiu o peso do fracasso.
Começa um novo ciclo
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já iniciou o planejamento para tentar reerguer o orgulho da Amarelinha no ciclo do próximo Mundial. O elenco principal deve voltar a se reunir apenas na Data Fifa programada para o mês de setembro.
Estão previstos dois amistosos contra a Austrália na Oceania, e há a possibilidade ainda não confirmada de um terceiro amistoso contra Cingapura, na Ásia. A convocação dos atletas que iniciarão esse novo processo de reformulação sob o comando de Ancelotti ocorrerá na primeira quinzena de setembro.

Muitos jogadores que fizeram parte das últimas Copas já sinalizaram que não vestirão mais a camisa da Seleção, casos de Neymar, Casemiro, Danilo, e Alex Sandro, além do goleiro Alisson e do capitão Marquinhos, que parecem ir na mesma direção. O novo ciclo começa escorado em nomes como Vinícius Júnior, Rayan, Endrick, Bruno Guimarães e outros, além de nomes que não estiveram na Copa mas que devem fazer parte da renovação em busca do hexa em 2030.
Rayan e Endrick são nomes certos no novo ciclo
CLASSIFICAÇÃO FINAL DA COPA DO MUNDO 2026 – 9º ao 48º LUGARES
9º 🇲🇽 México
10º 🇨🇴 Colômbia
11º 🇧🇷 Brasil (pior posição desde 1966)
12º 🇺🇸 Estados Unidos
13º 🇵🇹 Portugal
14º 🇨🇦 Canadá
15º 🇪🇬 Egito
16º 🇵🇾 Paraguai
17º 🇳🇱 Holanda
18º 🇩🇪 Alemanha
19º 🇨🇮 Costa do Marfim
20º 🇭🇷 Croácia
21º 🇯🇵 Japão
22º 🇦🇺 Austrália
23º 🇨🇩 RD Congo
24º 🇬🇭 Gana
25º 🇪🇨 Equador
25º 🇿🇦 África do Sul
27º 🇸🇪 Suécia
28º 🇦🇹 Áustria
29º 🇧🇦 Bósnia
30º 🇩🇿 Argélia
31º 🇸🇳 Senegal
32º 🇨🇻 Cabo Verde
33º 🇮🇷 Irã
34º 🇰🇷 Coreia do Sul
35º 🇹🇷 Turquia
36º 🏴 Escócia
37º 🇺🇾 Uruguai
38º 🇸🇦 Arábia Saudita
39º 🇨🇿 Tchéquia
40º 🇳🇿 Nova Zelândia
41º 🇶🇦 Catar
42º 🇨🇼 Curaçao
43º 🇵🇦 Panamá
44º 🇯🇴 Jordânia
45º 🇭🇹 Haiti
46º 🇺🇿 Uzbequistão
47º 🇹🇳 Tunísia
48º 🇮🇶 Iraque
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