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Copa do Mundo 2026

Mascotes da Copa do Mundo: a História que não te contaram

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Em uma tela dividida, um designer cria à mão os traços do mascote Willie (Copa de 1966), enquanto no outro lado o designer de 2026 cria os mascotes de forma totalmente digital

O alce Maple, onça-pintada Zavu e a águia Clutch são os mascotes da Copa do Mundo de 2026

Mascotes da Copa do Mundo viraram celebridades desde que o leão World Cup Willie (ao lado) apareceu em 1966, fazendo com que a figura do mascote se tornasse uma ferramenta de marketing de bilhões de dólares. Na Copa do Mundo de 2026, as estrelas da vez são três: Maple (alce, representando o Canadá), Zayu (onça-pintada, do México) e Clutch (águia-americana, símbolo dos EUA).
Mas você sabia que para cada Naranjito (mascote da Copa da Espanha em 1982 que até hoje faz sucesso), “Zakumi” ou “Fuleco” que chega às prateleiras e rende milhões, dezenas de conceitos são descartados em salas de reunião da FIFA. Alguns por serem bizarros demais, outros por tocarem em feridas políticas ou simplesmente por falharem na tentativa de serem “modernos”.
E ainda temos os casos dos que, mesmo aprovados, não caíram no gosto do público e ainda gararam polêmicas. Vamos relembrar alguns deles?

O Mistério de 2002: O que eram os Spheriks?

A Copa na Coreia e no Japão já tinha os ineditismos de ser na Ásia e de ter duas sedes, e ainda tentou romper com a tradição de animais e humanos como mascotes. Mas nessa, falhou miseravelmente. O resultado foram os Spheriks (Ato, Kaz e Nik), que são… Bom, são isso aí!
O que poucos sabem é que a ideia original envolvia criaturas ainda mais abstratas e “alienígenas”, que foram suavizadas após pesquisas de mercado indicarem que as crianças tinham medo das formas pontiagudas e das cores fluorescentes originais. Foi a primeira vez que o design digital “apanhou” para a aceitação do público.

Alguns mascotes das Copas tiveram a consagração do público e até hoje fazem muito sucesso

Mas há os que geraram polêmicas, não caíram nas graças do público e são pouco lembrados

O Caso “Ciao”: O Boneco de Blocos que Dividiu a Itália

Em 1990, a Itália apresentou o Ciao, um boneco feito de blocos com as cores da bandeira e uma bola no lugar da cabeça. Até hoje, ele é citado em escolas de design como um exemplo de “ame ou odeie”. O que não foi revelado na época é que houve uma forte pressão para que o mascote fosse um personagem histórico (como um Gladiador ou o Pinóquio), mas a FIFA insistiu em algo que fosse “fácil de reproduzir em pixels”, prevendo a era dos videogames.

ANO / COPAMASCOTECONCEITOPOR QUE GEROU POLÊMICA
1982 / EspanhaNaranjitoUma laranjaCríticas ferozes da imprensa espanhola por ser “simples demais” para representar a cultura ibérica.
1986 / MéxicoPiqueUma pimenta jalapeñoAcusado de reforçar estereótipos mexicanos (chapéu e bigode).
2006 / AlemanhaGoleo VIUm leão sem calçasGerou debates na Alemanha sobre a falta de roupas e o fato de leões não serem animais nativos do país.
2022 / CatarLa’eebUm lenço de cabeça (Keffiyeh)Gerou memes globais comparando-o ao “Gasparzinho”.

Os “Quase-Mascotes” de 2026

Para a Copa na América do Norte, com três países dividindo a sede, o desafio era criar algo que não privilegiasse apenas uma cultura (como a Águia americana, o Bordo canadense ou a Arara mexicana). Nesse contexto, surgiram Maple (alce), Zayu (onça-pintada) e Clutch (águia-americana) como representantes de Canadá, México e Estados Unidos, respectivamente.
Mas fontes de agências de design indicam que a FIFA descartou rascunhos de animais híbridos (uma mistura de urso com coiote) por parecerem “quimeras assustadoras”. O trio de 2026 ainda vem com outra proposta: pela primeira vez se tornarão mascotes jogáveis – eles farão parte do FIFA Heroes, jogo virtual de futebol de cinco que será lançado pela FIFA às vésperas da Copa. O objetivo da entidade que rege o futebol mundial é tornar a competição cada vez mais próxima do público jovem.

Curiosidades dos Mascotes

O mascote de 1974, Tip e Tap, eram dois meninos alemães. A ideia na época era simbolizar a união das Alemanhas Ocidental e Oriental, mas o design foi criticado por ser “genérico demais”, parecendo apenas um anúncio de marca de leite da época.

Mesmo ainda um ícone histórico quando o assunto é mascote da Copa, o simpático Naranjito (Espanha, 1982) também apanhou da crítica local. Quem não gostava dele o acusava de ser “simples demais” para representar a cultura ibérica.

Em 1986, no mesmo México sede de 2026, o mascote era Pique, uma pimenta jalapeño. Até fez sucesso, mas era frequentemente acusado de reforçar estereótipos mexicanos (chapéu e bigode).

Em 2006, o Leão Goleo foi o campeão das polêmicas. Gerou debates acalorados na Alemanha desde sobre a falta de roupas até o fato meio óbvio de leões não serem animais nativos do país.

Na Copa do Catar em 2022, o mascote La’eeb era um tradicional lenço de cabeça (Keffiyeh), muito importante na cultura do Oriente Médio, mas gerou uma avalanche de memes globais comparando-o ao “Gasparzinho”, o fantasminha camarada.

Desde a Copa de 1990, mascotes viraram um mercado milionário para a FIFA e os países-sede

Todos os mascotes das Copas do Mundo, desde 1966 até o trio que vai brilhar em 2026

Copa do Mundo 2026

Expectativa x realidade: veja quem brilhou no (quase esquecido) Mundial Sub-17 no Brasil em 2019 e vai à Copa em 2026

Do Vestibular em 2019 para a Formatura em 2026. Pouca gente lembra, mas o Brasil sediou às pressas a Copa do Mundo Sub-17 em 2019, e apesar de pouco badalada, ela revelou muitas das estrelas que vão brilhar na Copa do Mundo 2026.

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Jogadores da Seleção Brasileira Sub-17 comemoram a conquista da Copa do Mundo da categoria em 2019, em torneio disputado no Brasil.

A Copa do Mundo Sub-17 da FIFA, disputada às pressas no Brasil em 2019, serviu como o grande vestibular para uma geração de jogadores que, sete anos depois, está pronta para comandar suas seleções na Copa do Mundo de 2026, em gramados dos Estados Unidos, México e Canadá.

Passados sete anos daquela final emocionante no acanhado Estádio Bezerrão, no Gama (DF), quando o Brasil foi campeão batendo o México de virada, muitos dos atletas que atuaram em solo brasileiro naquele ano estiveram em amistosos recentes das suas seleções na última Data FIFA, e provavelmente estarão presentes nas listas oficiais do Mundial deste ano.

O cruzamento de dados mostra que aquela Copa do Mundo Sub-17 em 2019 foi um divisor de águas técnico. Enquanto as potências europeias como Espanha e França (favoritas em 2026, e que se enfrentaram nas quartas de final em 2019, com a França goleando por 6×1 em Goiânia) utilizaram o torneio como filtro de qualidade, nações como Haiti, Austrália e Coreia do Sul usaram como projeto de nação esportiva, e colhem os frutos agora.

Já o Brasil, um campeão acidental que nem deveria ter disputado o torneio (veja mais abaixo), viu praticamente toda uma geração promissora ficar pelo caminho, o que de certa forma diz muito sobre o atual estágio do futebol brasileiro, mas também prova que o talento precoce precisa de ambiente e gestão de carreira para sobreviver a longos sete anos de transição até o topo do mundo.

As estrelas que confirmaram o favoritismo

Alguns nomes já davam sinais de que o Sub-17 era “pequeno” para o futebol que apresentavam. O espanhol Pedri é o exemplo máximo dessa transição meteórica, saindo do gramado da Serrinha em Goiânia direto para o protagonismo no Barcelona e na Fúria.

Pedri é destaque da Espanha

A elite africana e sul-americana

A seleção de Senegal também colheu frutos valiosos daquela edição com a consolidação de Pape Matar Sarr, hoje volante de elite na Premier League. Já o Equador transformou a liderança do zagueiro Piero Hincapié em realidade, tornando-o um dos defensores mais valorizados do futebol europeu em 2026, hoje atuando como lateral-esquerdo. A Argentina, por sua vez, vê em Matias Soulé o herdeiro técnico de uma geração que começou a ganhar corpo nos gramados brasileiros.

O curioso caso do artilheiro holandês

Mas entre os personagens daquele Mundial, chama a atenção a trajetória do artilheiro holandês Sontje Hansen. Chuteira de Ouro do torneio com 6 gols e um dos destaques da campanha de semifinal da Holanda, ele chegou a ser sondado pelo Manchester City de Guardiola, mas seguiu no Ajax, onde não conseguiu se firmar no elenco profissional. Passou pelo NEC Nijmegen, também da Holanda, antes de chegar ao Middlesbrough, que disputa a Champioship inglesa. Quando parecia que ver a Copa de 2026 pela TV era uma certeza, veio a ligação de outro holandês, o técnico Dick Advocaat, para que Sontje Hansen atuasse pela seleção de Curaçao, país de origem de seus pais. Estreou em outubro de 2025, e apenas cinco dias depois sua naturalização foi aprovada pela FIFA. De praticamente descartado, o artilheiro de 2019 passou a ser nome praticamente garantido na Copa de 2026.

O lado amargo: os que ficaram pelo caminho

Como sempre, nem todo brilho de 2019 se traduziu em sucesso profissional de alto nível para este ciclo de 2026. Gabriel Veron, por exemplo, eleito o melhor jogador daquela Copa, conviveu com lesões e oscilações, ficando a anos-luz de distância dos planos da Seleção Brasileira principal. Outros nomes, como o artilheiro Lázaro e o capitão brasileiro Henri, não atingiram o teto esperado e hoje vão assistir ao Mundial pela TV, enquanto buscam retomar o espaço em clubes de menor expressão.

Meia Gabriel Veron foi o melhor jogador do Mundial Sub-17. Foto: Alexandre Loureiro/ CBF

📉 Promessas que “Estagnaram” ou não vingaram

Como em todo torneio de base, alguns nomes que pareciam destinados ao topo acabaram enfrentando dificuldades na transição para o profissional:

JOGADORSTATUS EM 2019COMO ESTÁ EM 2026?
João PeglowCamisa 10 e titular do BrasilApós rodar por Porto B, Sport e Polônia, rescindiu com o Inter e está no DC United da MLS
Gabriel VeronMelhor jogador do mundo Sub-17. Maior joia da base do Palmeiras na épocaFoi vendido ao Porto, mas sofreu com lesões e questões disciplinares. Passou sem sucesso por Cruzeiro, Santos e Juventude, e está no Nacional da Madeira, em Portugal.
Sontje HansenArtilheiro do Mundial com a semifinalista HolandaNão conseguiu se firmar no time principal do Ajax. Atualmente joga no Middlesbrough, mas deve ir à Copa com a seleção de Curaçao.
Daniel CabralVolante titular do Brasil (Flamengo).Sofreu com lesões graves no joelho. Em 2024, transferiu-se para o Estrela Amadora, de Portugal.
Matías PalaciosA grande joia da Argentina naquele Mundial.Vendido cedo ao Basel (Suíça), não explodiu. Atualmente joga no Al-Ain, nos Emirados Árabes.
HenriCapitão do Brasil e zagueiro promissor.Não teve chances no profissional do Palmeiras. Atualmente joga no North Texas SC (time B do FC Dallas, nos EUA).
LázaroHerói do título brasileiro em 2019Não se firmou no Flamengo, foi vendido ao espanhol Almeria e chegou a ser emprestado ao Palmeiras, onde também pouco jogou. Atualmente está no Al-Najma da Arábia Saudita.

O fenômeno do Haiti e a base de 2019

A seleção do Haiti é o caso mais emblemático de planejamento e continuidade entre as seleções periféricas. Se despediu daquele Mundial com três derrotas e a lanterna do grupo em Goiânia, mas atletas como Dany Jean e Carl Fred Sainté, que sentiram o peso de um Mundial pela primeira vez em 2019, formam hoje a espinha dorsal da equipe na Copa 2026. O amadurecimento desses jogadores foi o pilar necessário para que a nação caribenha alcançasse a classificação histórica para o torneio atual, encerrando um jejum de 52 anos.

Você lembra da Copa do Mundo Sub-17 no Brasil?

Se não lembra, a gente te entende. Mas vamos ajudar a refrescar a memória:

A Copa do Mundo FIFA Sub-17 de 2019 foi a 18ª edição da competição e foi disputada no Brasil entre os dias 26 de outubro a 17 de novembro.

O evento deveria ter ocorrido no Peru entre 5 e 27 de outubro. No entanto, em fevereiro de 2019 a Federação Peruana anunciou a desistência por não conseguir cumprir com todos os requisitos exigidos pela FIFA. Sendo assim, o Conselho da FIFA anunciou em 15 de março o Brasil como substituto, marcando a primeira vez que o país recebeu uma edição da categoria.

Curiosidade: o Brasil só participou daquele Mundial porque virou o país-sede. A seleção havia sido eliminada precocemente no Sul-Americano Sub-17 meses antes com uma campanha pífia, mas com a mudança da sede às pressas, a vaga caiu no colo da equipe, que mudou de treinador (Guilherme Dalla Déa assumiu) e acabou sendo campeã invicta, vencendo todos os 7 jogos.

A Inglaterra era a atual campeã da categoria, mas não se classificou para defender o título. Na fase decisiva, o Brasil derrotou a Itália nas quartas por 2×0, a França por 3×2 na semifinal e o México na final de virada por 2×1 ((gols de Kaio Jorge e Lázaro) e conquistou o título pela quarta vez, o primeiro desde 2003.

🏟️ Sedes e Organização

Diferente da Copa de 2014, o Mundial Sub-17 focou em estádios menores e mais próximos, facilitando a logística:

Gama (DF): Estádio Bezerrão (onde ocorreu a final e a abertura).

Goiânia (GO): Estádio Olímpico e Estádio da Serrinha.

Cariacica (ES): Estádio Kléber Andrade.

⭐ Os Destaques e Premiações Individuais

Bola de Ouro (Melhor Jogador): Gabriel Veron (Brasil). Na época, era a maior joia do Palmeiras.

Chuteira de Ouro (Artilheiro): Sontje Hansen (Holanda), com 6 gols.

Luva de Ouro (Melhor Goleiro): Matheus Donelli (Brasil), do Corinthians.

🚀 Promessas que se Confirmaram no Profissional

Muitos nomes que hoje brilham na Europa e em seleções principais estavam naquele torneio:

🇪🇸 Pedri (Espanha): Talvez o maior sucesso comercial e técnico. Saiu do Las Palmas para o Barcelona e se tornou um dos pilares da Seleção Espanhola principal.

🇸🇳 Pape Matar Sarr (Senegal): Hoje é peça fundamental no meio-campo do Tottenham, da Inglaterra, e da seleção atual campeã africana de nações.

🇺🇸 Giovanni Reyna (EUA): Consolidou-se no Borussia Dortmund e atualmente está no Borussia Mönchengladbach. É uma das estrelas da geração norte-americana que chega cheia de expectativas para o Mundial em casa.

🇪🇨 Piero Hincapié (Equador): Na época era zagueiro titular absoluto. Em 2019 já demonstrava liderança, confirmada depois no Bayer Leverkusen e atualmente no Arsenal como lateral-esquerdo. Nome certo na Copa.

🇧🇷 Kaio Jorge (Brasil): Fez gol na final e logo depois teve uma venda milionária do Santos para a Juventus. Após uma lesão grave, buscou retomar o espaço no Cruzeiro (em 2024), onde voltou a ter boas atuações e chegou à Seleção, mas tem poucas chances de estar no grupo da Copa.

2019 x 2026: Veja como foi a transição de algumas seleções daquele Mundial

🇧🇷 Brasil: Não foi o que parecia…

O Brasil de 2019 foi campeão invicto, mas a transição para a seleção principal foi na direção contrária ao sucesso daquele grupo:

Yan Couto (Lateral-Direito): Um dos destaques daquela campanha, foi vendido pelo Coritiba ao Manchester City, foi emprestado ao Girona (do mesmo grupo) e atualmente está consolidado no Borussia Dortmund. Como naquela época, segue como um provável herdeiro da problemática lateral-direita na Seleção Brasileira principal. Mas perdeu espaço no grupo atual de Ancelotti e dificilmente estará na Copa.

Lázaro (Atacante): O herói do título de 2019 (era reserva, mas entrou para marcar o gol da vitória de virada contra a França na semifinal e o gol do título na final contra o México) teve uma transição bem inconsistente. Não se firmou no Flamengo, foi vendido ao espanhol Almeria e chegou a ser emprestado ao Palmeiras, onde também pouco jogou. Atualmente está no Al-Najma da Arábia Saudita.

João Peglow (Meia): Era o Camisa 10 e titular do Brasil, além de grande nome da base do Internacional. Mas não conseguiu transformar isso em carreira sólida. Após rodar por Porto B, Sport e clubes da Polônia, rescindiu com o Inter e busca retomar a carreira no DC United, da MLS.

Gabriel Veron (Meia): Melhor jogador do mundo Sub-17 naquele ano. Foi vendido pelo Palmeiras ao Porto como grande promessa, mas sofreu com lesões e questões disciplinares. Retornou ao Brasil tentando retomar a carreira, primeiro para o Cruzeiro, depois para Santos e Juventude, mas também sem sucesso. Atualmente está emprestado pelo Porto ao Nacional da Madeira.

Matheus Donelli (Goleiro): Titular absoluto daquela geração e luva de ouro da Copa do Mundo, era tratado como o sucessor natural de Cássio no Corinthians. Mas na prática nunca passou nem perto disso. Está emprestado pelo Timão ao Shabab Al Ahli, dos Emirados Árabes Unidos.

Henri (Zagueiro): Capitão do Brasil e zagueiro promissor. Não teve sequência no profissional do Palmeiras. Atualmente, joga no North Texas SC (time B do FC Dallas, nos EUA).

João Pedro (Atacante): Era do mesmo grupo (jogou o Sul-Americano), mas não estava no elenco campeão porque não foi liberado pelo Watford, clube dele na época. Consolidado na Premier League, é titular do Chelsea e nome praticamente certo nos 26 da Seleção para a Copa.

🇪🇸 Espanha: a consistência rendeu frutos

A Espanha de 2019 parou nas quartas tomando um 6×1 da França em Goiânia, mas foi uma das seleções mais talentosas e a que forneceu mais nomes consistentes para 2026:

Pedri (Meio-campista): A grande estrela. Saiu do Sub-17 em 2019 direto para o estrelato mundial. É o dono da camisa 10 ou 8 da Espanha em 2026.

Alejandro Balde (Lateral-Esquerdo): Reserva em 2019, hoje é titular do Barcelona e nome certo da lateral espanhola para a Copa.

Robert Navarro (Meia/Ponta): Conseguiu se firmar em La Liga com a camisa do Athletic Bilbao e é uma das opções de velocidade no elenco de Luis de la Fuente.

🇫🇷 França: a fábrica de talentos

A França ficou em 3º lugar em 2019 e, como esperado, vários jogadores “graduaram” para o time principal de Didier Deschamps:

Tanguy Nianzou (Zagueiro): O zagueiro que era capitão e xerife em 2019 consolidou sua carreira na Europa no Sevilla e é uma das opções defensivas para este Mundial.

Arnaud Kalimuendo (Atacante): O artilheiro daquela geração francesa hoje disputa vaga no ataque com os veteranos, mas dificilmente irá à Copa. Está no Eintracht Frankfurt, emprestado pelo Nottingham Forest.

Rayan Cherki (Meia): Já era uma promessa daquela geração, mas não foi ao Mundial porque já atuava no time profissional do Lyon. Hoje brilha no Manchester City (sob comando de Guardiola) e é um dos criadores de jogadas da França para 2026.

🇦🇷 Argentina: A “Escada” para o Sucesso

Diferente de outras gerações, a de 2019 foi muito focada em formar jogadores de grupo para Scaloni:

Matias Soulé (Atacante): Embora não tenha sido o protagonista absoluto em 2019, sua evolução na Juventus e atualmente na Roma o colocou como o “sucessor natural” em algumas funções ofensivas da Argentina em 2026. Deve ir à Copa como reserva.

Exequiel Zeballos (Meia-atacante): O “Changuito” sofreu com lesões, mas sua habilidade demonstrada no Brasil em 2019 garantiu sua vaga como arma de segundo tempo na seleção principal. É destaque do Boca Juniors e esteve em convocações recentes de Scaloni.

🌍 Outras Seleções de Destaque

O Mundial de 2019 espalhou talentos que hoje são os “donos” de suas seleções nacionais:

🇺🇸 Estados Unidos: Feitos para brilhar em casa

Giovanni Reyna (Meia-atacante): Um dos grandes nomes da geração dos Estados Unidos que foi moldada para chegar pronta em 2026. Jogou o Mundial no Brasil e agora é a esperança dos americanos jogando em casa em 2026. Revelado pelo Borussia Dortmund, atualmente joga no outro Borussia, o Mönchengladbach.

Joe Scally (Lateral-direito): Lateral que também estava em 2019 e é peça carimbada na defesa americana. Joga junto com Reyna no alemão Borussia Mönchengladbach.

🇦🇺 Austrália: Renovação com Base no Brasil

Os Socceroos fizeram uma campanha digna em 2019 (oitavas de final) e três nomes daquele grupo são hoje peças de Premier League ou Championship que estarão na Copa 2026:

Ryan Teague (Meia): O capitão de 2019. Após rodar pela Europa, tornou-se o herdeiro de Aaron Mooy no controle do jogo da Austrália. Está no Melbourne City.

Jordan Bos (Lateral-esquerdo): Não era o nome mais badalado em 2019, mas teve uma explosão física absurda. É titular absoluto na lateral-esquerda da Austrália para 2026 e um dos destaques do Feyenoord, da Eredivisie holandesa.

Nestory Irankunda (Ponta): Ele é a estrela da atual geração australiana, mas em 2019 ainda era jovem demais para estar no grupo daquele Mundial. No entanto, mesmo com 14 anos na época conviveu com a transição dessa geração. Está atualmente no Watford, da Champioship inglesa, e já desperta interesse nos gigantes do país.

🇰🇷 Coreia do Sul: Disciplina e Continuidade

A Coreia chegou às quartas em 2019 e manteve a espinha dorsal técnica:

Lee Tae-seok (Lateral): Filho da lenda Lee Eul-yong (2002), manteve o legado da família e está confirmado na lista de 2026 pela sua precisão nos cruzamentos. Joga no Áustria Viena.

Jeong Sang-bin (Atacante): O “Korean Mbappé” de 2019. Após passagem pela Europa, fixou-se no St. Louis City da MLS e é a principal arma de contra-ataque da Coreia para 2026.

Eom Ji-sung (Meia): Outro remanescente das quartas de final que chegou a vestir a camisa 10 da seleção principal em amistosos recentes. É titular e um dos destaques da Champioship (Segunda Divisão Inglesa) com o Swansea City de País de Gales.

🇲🇽 México: O Vice que “envelheceu” bem

O México perdeu a final para o Brasil, mas “ganhou” jogadores prontos para 2026:

Efraín Álvarez (Meia): A joia do LA Galaxy em 2019. Demorou a engrenar, mas em 2026 é o reserva de luxo e criador de jogadas da Tri. Está no Tijuana, que joga a primeira divisão mexicana.

Víctor Guzmán (Zagueiro): O xerife da defesa em 2019. Hoje é o titular da zaga central mexicana, sendo um dos poucos daquela final que se tornou “indiscutível”. É a liderança moral do mexicano Pachuca.

🇭🇹 O “Milagre Haitiano” de 2019 para 2026

A seleção do Haiti que veremos em 2026, inclusive enfrentando o Brasil, tem pilares que choraram a eliminação logo na primeira fase no Estádio da Serrinha, em Goiânia, com três derrotas. Mal sabiam que as lágrimas daquele dia iriam regar uma geração que fez história no país:

Dany Jean (Atacante): O grande destaque de 2019. Na época jogava no Aigle Noir (Haiti), foi para o Strasbourg (França) e hoje é a referência técnica da seleção principal e do Torreense, da segunda divisão portuguesa.

Dany Jean é um dos destaques do Haiti

Carl Fred Sainté (Meio-campista): Era o motor do time em 2019. Conseguiu se profissionalizar no futebol dos EUA (joga no El Paso Locomotive, clube da USL Championship) e é titular absoluto na contenção do Haiti para 2026.

Kervens Jolicoeur (Atacante): Outro remanescente que ganhou físico e experiência internacional, sendo peça chave no esquema de velocidade da equipe. Atua no ASC San Diego, das divisões inferiores dos EUA.

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Copa do Mundo 2026

Quiz da Copa do Mundo: encare o desafio do Kmiza27 e mostre que está pronto para a maratona de jogos de 2026

Faça o teste de 15 perguntas sobre o universo da história quase centenária das Copas e mostre que você é o titular da turma quando o assunto é o maior evento do planeta.

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Imagem da Taça FIFA no centro de um gramado de um estádio de futebol lotado

Fala, fã de futebol e, principalmente, de Copa do Mundo! Preparado para testar seu coração e sua memória? ⚽🏆

A Copa do Mundo é o evento que para o planeta, cria heróis e imortaliza lendas. Mas será que você é aquele torcedor que só assiste aos jogos a cada 4 anos ou é uma verdadeira enciclopédia da bola?

Nós, do Kmiza27, queremos saber a resposta e lançamos o desafio: elaboramos 15 perguntas que viajam desde o Uruguai em 1930 até os gramados modernos. Spoiler: se você fizer mais de 10 pontos, já pode pedir a convocação para liderar a mesa redonda dos amigos durante a Copa 2026! Mas se acertar todas, aí manda o currículo aqui pra gente!

Das 15 perguntas, 4 são nível fácil, pra ninguém passar a vergonha de zerar. Outras 6 questões são de nível médio, aquelas que todo mundo consegue encarar. E, por fim, 5 questões são realmente para definir de que time você é quando o assunto é Copa do Mundo…

Preparados? Então vamos nessa!

🏆 Quiz: O Trono da Copa do Mundo (15 perguntas)

1) Qual é a única seleção que participou de todas as edições da Copa do Mundo até hoje?

A) Alemanha
B) Brasil
C) Itália
D) Argentina

2) Qual goleiro detém o recorde de passar mais tempo sem sofrer gols em uma única edição de Copa (517 minutos)?

A) Gianluigi Buffon (Itália)
B) Manuel Neuer (Alemanha)
C) Walter Zenga (Itália)
D) Iker Casillas (Espanha)

3) Quantos títulos mundiais a Seleção Brasileira possui atualmente?

A) 4
B) 5
C) 6
D) 3

4) Quem é o maior artilheiro da história das Copas (total de gols em todas as edições)?

A) Pelé
B) Ronaldo Fenômeno
C) Miroslav Klose
D) Just Fontaine

5) Quem detém o recorde de maior número de gols marcados em UMA ÚNICA edição de Copa?

A) Sandor Kocsis (11 gols em 1954)
B) Just Fontaine (13 gols em 1958)
C) Gerd Müller (10 gols em 1970)
D) Ademir Menezes (9 gols em 1950)

6) Qual seleção africana foi a primeira a chegar em uma semifinal de Copa do Mundo?

A) Camarões (1990)
B) Senegal (2002)
C) Gana (2010)
D) Marrocos (2022)

7) A “Mão de Deus” e o “Gol do Século” foram marcados por Maradona na mesma partida. Contra quem?

A) Alemanha Ocidental
B) Inglaterra
C) Bélgica
D) Brasil

8) Apenas três pessoas venceram a Copa como jogador e como treinador. São eles: Mário Zagallo, Didier Deschamps e…

A) Franz Beckenbauer
B) Johan Cruyff
C) Vicente del Bosque
D) Dino Zoff

9) A final da Copa de 2010 foi decidida na prorrogação. Quem marcou o gol do título inédito da Espanha?

A) Xavi
B) David Villa
C) Andrés Iniesta
D) Fernando Torres

10) Em 1994, o camaronês Roger Milla se tornou o jogador mais velho a marcar um gol em Copas. Qual era a idade dele?

A) 38 anos
B) 40 anos
C) 42 anos
D) 45 anos

11) Em qual país aconteceu a fatídica final de 1950, conhecida pelo termo “Maracanazo”?

A) Uruguai
B) Brasil
C) Argentina
D) Chile

12) Quem era o capitão do Brasil no tricampeonato de 1970?

A) Carlos Alberto Torres
B) Dunga
C) Bellini
D) Cafu

13) Em 1930, na primeira final da história, a bola causou polêmica. Como foi resolvido o problema?

A) Usaram uma bola de borracha.
B) Usaram uma bola fabricada na Inglaterra.
C) Cada tempo foi jogado com uma bola de um dos finalistas (Argentina e Uruguai).
D) O sorteio foi decidido no “cara ou coroa”.

14) Qual foi a única final de Copa do Mundo que terminou em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, sendo decidida nos pênaltis?

A) 1994 (Brasil x Itália)
B) 2006 (Itália x França)
C) 2022 (Argentina x França)
D) 1990 (Alemanha x Argentina)

15) Qual jogador detém o recorde de maior número de vitórias em jogos de Copa do Mundo (17 vitórias)?

A) Cafu
B) Miroslav Klose
C) Lionel Messi
D) Lothar Matthäus

Confira aqui as respostas:

🧐 Gabarito para conferência:
1-B | 2-C | 3-B | 4-C | 5-B | 6-D | 7-B | 8-A | 9-C | 10-C | 11-B | 12-A | 13-C | 14-A | 15-B

E aí, qual o seu nível para a Copa do Mundo 2026?

0 a 5 acertos: Reservão! Precisa urgente maratonar uns documentários da FIFA.

6 a 10 acertos: É reserva, mas tá pedindo passagem! Conhece bem o riscado.

11 a 14 acertos: É do ramo! Você é aquele amigo que todo mundo consulta antes de apostar.

15 acertos: Lenda das Copas! Com certeza vai estar com a gente assistindo aquele imperdível Argélia x Jordânia na Copa!

Gostou? Então compartilha com aquele amigo e amiga que jura que entende de futebol e veja se eles te superam!

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Copa do Mundo 2026

Seleção Brasileira: Pesquisa revela que apenas 29% dos torcedores acreditam no Hexa na Copa do Mundo 2026.

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Técnico Carlo Ancelotti e membros da comissão técnica observam jogadores da Seleção Brasileira durante treino.

O Hexa (não) vem? Pelo menos é o que aponta uma pesquisa Datafolha divulgada recentemente, na qual apenas 29% dos brasileiros acreditam que o time comandado por Carlo Ancelotti trará o hexacampeonato na Copa do Mundo de 2026. O levantamento, realizado entre os dias 7 e 9 de abril de 2026 com 2.004 pessoas, reflete o impacto das eliminações consecutivas nas quartas de final e a instabilidade recente da equipe.

O tamanho do pessimismo

Este é o menor índice de otimismo da série histórica antes de um Mundial. Para efeito de comparação, antes da Copa de 2022 no Catar, o favoritismo percebido pela torcida era de 54%. O cenário atual mostra que o torcedor está mais “pé no chão” — ou talvez apenas cansado de promessas não cumpridas.

Onde o Brasil para?

A maior parte dos entrevistados, cerca de 46%, projeta que o Brasil será eliminado novamente nas quartas de final. Há ainda uma parcela de 14% de torcedores extremamente pessimistas que acreditam em uma queda precoce ainda na fase de grupos. O novo formato da Copa, agora com 48 seleções, parece aumentar o receio de zebras pelo caminho.

Segundo pesquisa Datafolha, só 29% dos torcedores acreditam que o capitão Marquinhos vai erguer a Taça FIFA no dia 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova York. Rafael Ribeiro/CBF

Preparação sob pressão

Enquanto a opinião pública oscila, o planejamento segue com o retorno de peças importantes, como o zagueiro Éder Militão. O técnico Ancelotti tenta blindar o elenco para a estreia no dia 13 de junho, no Estádio MetLife, contra Marrocos. A missão é transformar esse ceticismo em combustível para reconquistar a confiança do país do futebol. Exemplos não faltam: nos dois últimos títulos, em 1994 e 2002, o pessimismo pré-Copa também era grande.

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