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Copa do Mundo

Estádios da Copa 2026: Os 16 Palcos do maior Mundial da História

Conheça os estádios que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2026.

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Quais são os 16 estádios da Copa do Mundo de 2026? A Copa nos EUA, México e Canadá não será histórica apenas pelo número recorde de 48 seleções, de países-sede (três) e de partidas (104), mas também pela sua escala geográfica sem precedentes.

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Com a tabela da Copa do Mundo 2026 completa, é tradição comparar quais sedes “se deram melhor” na distribuição dos jogos. Pela primeira vez distribuída por três países – EUA, México e Canadá -, a Copa na América do Norte terá 16 cidades-sede, sendo 11 nos Estados Unidos, 3 no México e 2 no Canadá, em estádios que mesclam templos históricos do nosso futebol, casas tradicionais do “outro futebol”, a NFL, e arenas tecnológicas de última geração.

O caminho da Amarelinha na fase de grupos

A FIFA detalhou o cronograma completo para a Copa do Mundo 2026, que será realizada de 11 de junho a 19 de julho. A Seleção Brasileira, em busca do tão sonhado hexacampeonato, já conhece seus primeiros destinos, todos em solo americano: Nova York, Filadélfia e Miami.

O Brasil inicia sua jornada no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey, no dia 13 de junho (sábado), às 19h, contra o Marrocos. Este estádio, que possui capacidade para mais de 80 mil torcedores, também será o palco da grande final no dia 19 de julho.

Na sequência, a equipe brasileira viaja para a Filadélfia para enfrentar o Haiti no Lincoln Financial Field. O confronto ocorre no dia 19 de junho (sexta-feira), às 21h30. O encerramento da fase de grupos para o Brasil será em Miami, no Hard Rock Stadium, contra a Escócia, no dia 24 de junho (quarta-feira), às 19h.

Abaixo, detalhamos as sedes que receberão os jogos do torneio, organizadas por país e capacidade.

Com 11 das 16 sedes, os EUA 🇺🇸 concentram a maior parte das partidas (78 das 104), incluindo a grande final, que será realizada no dia 19 de julho (um domingo, às 16h) no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey. Dallas, no AT&T Stadium, será a sede com mais jogos, recebendo nove partidas no total, incluindo uma semifinal em 14 de julho (a outra será em Atlanta, no Mercedes-Benz Stadium).

Miami terá a honra de sediar a disputa do terceiro lugar no dia 18 de julho no Hard Rock Stadium. Além desses, destaque também para o ultra moderno SoFi Stadium, em Los Angeles – o palco mais caro da Copa -, que receberá oito partidas, incluindo a estreia dos EUA, dia 12 de junho, contra o Paraguai. Também receberão jogos em solo americano: São Francisco, Seattle, Houston, Kansas City, Boston e Filadélfia.

🇺🇸 ESTADOS UNIDOS
11 Estádios – 78 Jogos

O México 🇲🇽 se torna o primeiro país a receber três edições da Copa do Mundo, utilizando estádios que respiram a história do futebol mundial. O pontapé inicial da competição acontece no histórico Estádio Azteca, na Cidade do México, no dia 11 de junho. Os donos da casa enfrentam a África do Sul às 16h, marcando a terceira vez que o estádio recebe uma abertura de Mundial, algo inédito em 96 anos de Copa de Mundo.

Também será a primeira vez que uma partida de abertura de Copa se repete, já que México e África do Sul se enfrentaram na abertura da Copa de 2010, naquela oportunidade com os sul-africanos como anfitriões. Além da capital do país, Guadalajara (Estádio Akron) e Monterrey (Estádio BBVA) receberão alguns dos 13 jogos do Mundial no país.

🇲🇽 MÉXICO

3 Estádios – 13 Jogos

O Canadá 🇨🇦 estreia na organização do Mundial com duas sedes estratégicas, garantindo a presença do torneio no extremo norte do continente. Toronto e Vancouver, nos extremos do país, dividem as atenções. O primeiro jogo em solo canadense será em 12 de junho, com o duelo entre Canadá e Bósnia no BMO Field. No total, o país receberá 13 partidas.

🇨🇦 CANADÁ

2 Estádios – 13 Jogos

Logísticas: Para mitigar o desgaste das viagens longas, a FIFA optou por regionalizar a fase de grupos. As seleções jogarão em “clusters” geográficos (Oeste, Central e Leste), permitindo que torcedores e atletas se desloquem menos entre as imensas distâncias da América do Norte.

O Estádio Azteca fará história ao abrir o torneio no dia 11 de junho, se tornando o primeiro da história a receber 3 Copas do Mundo diferentes, enquanto o MetLife Stadium encerrará a jornada no dia 19 de julho, coroando o novo campeão mundial.

Questões geográficas e climáticas: O forte calor na América do Norte na época das partidas é uma preocupação, sobretudo em partidas com horários mais cedo. A altitude nos jogos no México também será um fator importante. Monterrey não tem altitude relevante, mas Guadalajara (1.522m) e a Cidade do México (2.240m) são pontos de atenção para seleções não acostumadas. Além disso, 78 dos 104 jogos do Mundial que serão nos EUA estão sujeitos ao implacável Protocolo de Raios, que costuma paralisar jogos por horas.

Estádio Azteca – Cidade do México, México
Um dos principais palcos históricos do futebol mundial, o Azteca será o palco da abertura da Copa do Mundo dia 11 de junho com México x África do Sul, e receberá ainda mais quatro jogos. Tem capacidade oficial para 104 mil pessoas, mas na Copa a Fifa trabalha com capacidade para 83 mil. Ele recebeu as aberturas e as finais de 1970 e 1986, coroando Pelé e Maradona. Agora, se tornará o único da história a abrir e a receber três Copas do Mundo. A altitude é um fator importante: o Azteca está 2.240 metros acima do nível do mar.

Estádio Azteca

Cidade do México – 5 Jogos

  • 11/06 (qui) 16h: México x África do Sul (Abertura)
  • 17/06 (qua) 23h: Uzbequistão x Colômbia
  • 24/06 (qua) 22h: Tchéquia x México
  • 30/06 (ter) 22h: 1A x 3º (C/E/F/H/I) (16-avos)
  • 05/07 (dom) 21h: Vencedor 79 x Vencedor 80 (Oitavas)

Mítico Estádio Azteca será o primeiro na História a receber três edições e aberturas de Copa

Akron Stadium – Guadalajara, México
De ótimas lembrança para nós brasileiros, é a casa do tradicional Chivas Guadalajara, na cidade de Jalisco, na Grande Guadalajara. Receberá ao todo quatro partidas, incluindo a segunda do México, contra a Coreia do Sul. Tem capacidade para 45 mil pessoas e altitude de pouco mais de 1,5 mil metros.

Akron Stadium

Guadalajara – 4 Jogos

  • 11/06 (qui) 23h: Coreia do Sul x Tchéquia
  • 18/06 (qui) 22h: México x Coreia do Sul
  • 23/06 (ter) 23h: Colômbia x RD Congo
  • 26/06 (sex) 21h: Uruguai x Espanha

Estádio Akron é a casa do tradicional Chivas Guadalajara e receberá quatro jogos no Mundial

BBVA Stadium – Monterrey, México
O estádio que é a casa do Monterrey vai receber três jogos da fase de grupos e mais um da nova primeira fase do mata-mata. Tem capacidade para mais de 53 mil pessoas. É conhecido no país como “O Gigante de Aço” e não chega a comprometer na altitude.

BBVA Stadium

Monterrey – 4 Jogos

  • 14/06 (dom) 23h: Suécia x Tunísia
  • 20/06 (sáb) 23h: Tunísia x Japão
  • 24/06 (qua) 22h: África do Sul x Coreia do Sul
  • 29/06 (seg) 22h: 1F x 2C (16-avos)

Chamado de “O Gigante de Aço”, BBVA Stadium em Monterrey não compromete na altitude

BMO Field – Toronto, Canadá
O estádio de Toronto será o palco do primeiro jogo da seleção do Canadá em 2026, no dia 12 de junho, contra a Bósnia. Também vai receber mais cinco partidas. Palco tradicional no país, teve sua capacidade estendida para 45 mil pessoas para os jogos do Mundial.

BMO Field

Toronto – 6 Jogos

  • 12/06 (sex) 16h: Canadá x Bósnia
  • 17/06 (qua) 20h: Gana x Panamá
  • 20/06 (sáb) 17h: Alemanha x Costa do Marfim
  • 23/06 (ter) 20h: Panamá x Croácia
  • 26/06 (sex) 16h: Senegal x Iraque
  • 02/07 (qui) 20h: 2K x 2L (16-avos)

BMO Field em Toronto é o palco mais tradicional do país e receberá a estreia do Canadá

BC Place – Vancouver, Canadá
O estádio de Vancouver vai receber o segundo e o terceiro jogo da seleção canadense na fase de grupos, nos dias 18 e 24 de junho de 2026, e mais cinco partidas do Mundial — incluindo um das oitavas de final. Tem capacidade para 54.500 pessoas.

BC Place

Vancouver – 7 Jogos

  • 13/06 (sáb) 1h (dom): Austrália x Turquia
  • 18/06 (qui) 19h: Canadá x Catar
  • 21/06 (dom) 22h: Nova Zelândia x Egito
  • 24/06 (qua) 16h: Suíça x Canadá
  • 26/06 (sex) 0h (sáb): Nova Zelândia x Bélgica
  • 02/07 (qui) 0h (sex): 1B x 3º (E/F/G/I/J) (16-avos)
  • 07/07 (ter) 17h: Vencedor 85 x Vencedor 87 (Oitavas)

No extremo-oeste do Canadá, o BC Place de Vancouver receberá sete jogos da Copa

Mercedes-Benz Arena – Atlanta, Estados Unidos
A arena multiuso em Atlanta, no sul dos EUA, é casa do Atlanta Falcons da NFL e do Atlanta United da MLS e se destaca pela arquitetura e a cobertura retrátil. Tem capacidade para 71 mil pessoas e vai receber oito jogos da Copa. Aqui uma curiosidade: o estádio ultra moderno precisou passar por uma “maquiagem” para esconder a marca da dona dos naming rights no teto retrátil da Arena, após um acordo com a FIFA.

Mercedes-Benz Stadium

Atlanta – 8 Jogos

  • 15/06 (seg) 13h: Espanha x Cabo Verde
  • 18/06 (qui) 13h: Tchéquia x África do Sul
  • 21/06 (dom) 13h: Espanha x Arábia Saudita
  • 24/06 (qua) 19h: Marrocos x Haiti
  • 27/06 (sáb) 20h30: RD Congo x Uzbequistão
  • 01/07 (qua) 13h: 1L x 3º (E/H/I/J/K) (16-avos)
  • 07/07 (ter) 13h: Vencedor 86 x Vencedor 88 (Oitavas)
  • 15/07 (qua) 16h: Vencedor 99 x Vencedor 100 (Semifinal)

Estádio de Atlanta precisou passar por uma maquiagem para esconder a marca da Mercedes

Gillette Stadium – Boston, Estados Unidos
O estádio de Boston (fica em Foxborough, nos arredores da cidade), receberá sete jogos, o mais importante deles um das quartas de final. Tem capacidade para pouco mais de 64 mil torcedores. É a casa do New England Patriots na NFL e do New England Revolution, da MLS. Foi construído pelo dono dos Patriots ao lado do antigo Estádio Foxboro, que recebeu jogos da Copa do Mundo de 1994.

Gillette Stadium

Boston – 7 Jogos

  • 13/06 (sáb) 22h: Haiti x Escócia
  • 16/06 (ter) 19h: Iraque x Noruega
  • 19/06 (sex) 19h: Escócia x Marrocos
  • 23/06 (ter) 17h: Inglaterra x Gana
  • 26/06 (sex) 16h: Noruega x França
  • 29/06 (seg) 17h30: 1E x 3º (A/B/C/D/F) (16-avos)
  • 09/07 (qui) 17h: Vencedor 89 x Vencedor 90 (Quartas)

Gillette Stadium, casa do tradicional New England Patriots da NFL, receberá sete jogos

AT&T Stadium – Dallas, Estados Unidos
O Estádio que fica em Arlington, nos arredores de Dallas, chegou a ser cotado para receber a final da Copa, mas acabou ganhando de prêmio de consolação ser o palco que receberá mais partidas no Mundial: nove no total. A casa dos Dallas Cowboys recebe mais de 80 mil pessoas fica impressiona pelo maior telão do mundo.

AT&T Stadium

Dallas – 9 Jogos

  • 14/06 (dom) 17h: Holanda x Japão
  • 17/06 (qua) 17h: Inglaterra x Croácia
  • 22/06 (seg) 14h: Argentina x Áustria
  • 25/06 (qui) 20h: Japão x Suécia
  • 27/06 (sáb) 23h: Jordânia x Argentina
  • 30/06 (ter) 14h: 2E x 2I (16-avos)
  • 03/07 (sex) 15h: 2D x 2G (16-avos)
  • 06/07 (seg) 16h: Vencedor 83 x Vencedor 84 (Oitavas)
  • 14/07 (ter) 16h: Vencedor 97 x Vencedor 98 (Semifinal)

Estádio dos Dallas Cowboys terá nove partidas e chegou a ser cotado para a final da Copa

Lincoln Financial Field – Filadélfia, Estados Unidos
O estádio para 68 mil torcedores na histórica cidade, berço da independência dos EUA, receberá seis partidas, incluindo Brasil x Haiti no dia 19 de junho. Outro destaque não será por acaso: o jogo das oitavas de final no estádio será justamente no aniversário de 250 anos da Declaração de Independência dos Estados Unidos, no dia 4 de julho.

Lincoln Financial Field

Filadélfia – 6 Jogos

  • 14/06 (dom) 20h: Costa do Marfim x Equador
  • 19/06 (sex) 21h30: Brasil x Haiti
  • 22/06 (seg) 18h: França x Iraque
  • 25/06 (qui) 17h: Curaçao x Costa do Marfim
  • 27/06 (sáb) 18h: Croácia x Gana
  • 04/07 (sáb) 18h: Vencedor 74 x Vencedor 77 (Oitavas)

Filadélfia receberá Brasil x Haiti e um jogo no dia dos 250 anos da Independência dos EUA

NRG Stadium – Houston, Estados Unidos
O estádio da cidade de Houston, do Texas, recebe mais de 72 mil pessoas e será palco de sete jogos, sendo cinco pela fase de grupos. Foi o primeiro estádio da NFL a ter teto retrátil.

NRG Stadium

Houston – 7 Jogos

  • 14/06 (dom) 14h: Alemanha x Curaçao
  • 17/06 (qua) 14h: Portugal x RD Congo
  • 20/06 (sáb) 14h: Holanda x Suécia
  • 23/06 (ter) 14h: Portugal x Uzbequistão
  • 26/06 (sex) 21h: Cabo Verde x Arábia Saudita
  • 29/06 (seg) 14h: 1C x 2F (16-avos)
  • 04/07 (sáb) 14h: Vencedor 73 x Vencedor 75 (Oitavas)

NGR em Houston é um dos estádios mais modernos e foi o primeiro da NFL a ter teto retrátil

Arrowhead Stadium – Kansas City, Estados Unidos
Também conhecido como GEHA Field (por causa de naming rights), é a casa do tradicionalíssimo Kansas City Chiefs, da NFL, e fica no estado de Missouri. Vai receber seis jogos da Copa, incluindo um das quartas de final. Tem capacidade para quase 75 mil torcedores. É a única das arenas americanas que precisou de reformas na estrutura para o Mundial.

Arrowhead Stadium

Kansas City – 6 Jogos

  • 16/06 (ter) 22h: Argentina x Argélia
  • 20/06 (sáb) 21h: Equador x Curaçao
  • 25/06 (qui) 20h: Tunísia x Holanda
  • 27/06 (sáb) 23h: Argélia x Áustria
  • 03/07 (sex) 22h30: 1K x 3º (D/E/I/J/L) (16-avos)
  • 11/07 (sáb) 22h: Vencedor 95 x Vencedor 96 (Quartas)

Casa do Kansas City Chiefs da NFL foi um dos estádos que precisou de reformas para a Copa

SoFi Stadium – Los Angeles, Estados Unidos
É a “joia da coroa” da Copa. Trata-se do palco mais novo do Mundial, inaugurado em 2020, e também o que mais abusa da modernidade e, claro, o mais caro (custou inacreditáveis mais de R$ 30 bilhões). Com capacidade para pouco mais de 70 mil torcedores, a Arena de Los Angeles (fica em Inglewood, nos arredores de LA) sediará o primeiro e o terceiro jogos da seleção dos Estados Unidos na fase de grupos, nos dias 19 e 25 de junho, e outras seis partidas.

SoFi Stadium

Los Angeles – 8 Jogos

  • 12/06 (sex) 22h: EUA x Paraguai
  • 15/06 (seg) 22h: Irã x Nova Zelândia
  • 18/06 (qui) 16h: Suíça x Bósnia
  • 21/06 (dom) 16h: Bélgica x Irã
  • 25/06 (qui) 23h: Turquia x EUA
  • 28/06 (dom) 16h: 2A x 2B (16-avos)
  • 02/07 (qui) 16h: 1H x 2J (16-avos)
  • 10/07 (sex) 16h: Vencedor 93 x Vencedor 94 (Quartas)

Estádio mais novo da Copa, SoFI custou incríveis R$ 30 bilhões e receberá a estreia dos EUA

Hard Rock Stadium – Miami, Estados Unidos
O estádio de Miami será palco de sete jogos, incluindo o último jogo do Brasil na fase de grupos, contra a Escócia, e a disputa de terceiro lugar. Com capacidade para 65 mil torcedores, tem experiência de sobra em grandes eventos, pois já recebeu seis edições do Super Bowl. É a casa do Miami Dolphins, da NFL.

Hard Rock Stadium

Miami – 7 Jogos

  • 15/06 (seg) 19h: Arábia Saudita x Uruguai
  • 21/06 (dom) 19h: Uruguai x Cabo Verde
  • 24/06 (qua) 19h: Escócia x Brasil
  • 27/06 (sáb) 20h30: Colômbia x Portugal
  • 03/07 (sex) 19h: 1J x 2H (16-avos)
  • 11/07 (sáb) 18h: Vencedor 91 x Vencedor 92 (Quartas)
  • 18/07 (sáb) 18h: DISPUTA DE 3º LUGAR

Hard Rock Stadium em Miami receberá Brasil x Escócia e a decisão do terceiro lugar da Copa

MetLife Stadium – Nova York, Estados Unidos
Entre tantas arenas de última geração, este será o palco da final da Copa do Mundo de 2026, no dia 19 de julho. Receberá oito jogos no total, incluindo a estreia do Brasil no Mundial, contra Marrocos no dia 13 de junho. Fica em East Rutherford, no encontro das cidades de Nova Jersey e Nova York, e tem capacidade para mais de 82 mil pessoas. É a casa do New York Giants e do New York Jets, mas também já recebeu a final da Copa América Centenário, em 2016.

MetLife Stadium

Nova York/Nova Jersey – 8 Jogos

  • 13/06 (sáb) 19h: Brasil x Marrocos
  • 16/06 (ter) 16h: França x Senegal
  • 22/06 (seg) 21h: Noruega x Senegal
  • 25/06 (qui) 17h: Equador x Alemanha
  • 27/06 (sáb) 18h: Panamá x Inglaterra
  • 30/06 (ter) 18h: 1I x 3º (C/D/F/G/H) (16-avos)
  • 05/07 (dom) 17h: Vencedor 76 x Vencedor 78 (Oitavas)
  • 19/07 (dom) 16h: FINAL

MetLife Stadium receberá a estreia do Brasil e também será palco da final da Copa do Mundo

Levi’s Stadium – São Francisco, Estados Unidos
O estádio na região de São Francisco, na Califórnia, comporta 68.500 torcedores. Vai receber seis jogos da Copa e é a casa do San Fracisco 49ers, da NFL.

Levi’s Stadium

São Francisco – 6 Jogos

  • 13/06 (sáb) 16h: Catar x Suíça
  • 16/06 (ter) 1h (qua): Áustria x Jordânia
  • 19/06 (sex) 0h (sáb): Turquia x Paraguai
  • 22/06 (seg) 0h (ter): Jordânia x Argélia
  • 25/06 (qui) 23h: Paraguai x Austrália
  • 01/07 (qua) 21h: 1D x 3º (B/E/F/I/J) (16-avos)

Levi’s Stadium nos arredores de São Francisco é a casa do San Francisco 49ers, da NFL

Lumen Field – Seattle, Estados Unidos
Com capacidade para mais de 68 mil torcedores, o Lumen Field, em Seattle, vai sediar seis partidas. É famoso pela acústica barulhenta quando está cheio. Normalmente, é a casa do Seattle Seahawks, atual campeão da NFL, do Seattle Sounders, que também já foi campeão da MLS, e do Seattle Reign, da NWSL, a liga de futebol feminino dos Estados Unidos.

Lumen Field

Seattle – 6 Jogos

  • 15/06 (seg) 16h: Bélgica x Egito
  • 19/06 (sex) 16h: EUA x Austrália
  • 24/06 (qua) 16h: Bósnia x Catar
  • 26/06 (sex) 0h (sáb): Egito x Irã
  • 01/07 (qua) 17h: 1G x 3º (A/E/H/I/J) (16-avos)
  • 06/07 (seg) 21h: Vencedor 81 x Vencedor 82 (Oitavas)

Lumen Field em Seattle é conhecido pela acústica barulhenta que costuma intimidar os rivais

Copa do Mundo

As maiores polêmicas que marcaram a Copa de 2026

Nem só de golaços e craques viveu o Mundial disputado nos Estados Unidos, México e Canadá, que também ficou marcado por bastidores quentes e controvérsias dentro e fora das quatro linhas

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Presidente dos EUA Donald Trump e o presidente da FIFA Gianni Infantino em meio à celebração espanhola pelo título da Copa 2026.

A Copa do Mundo de 2026 terminou em 19 de julho de 2026 com o título da Espanha, mas o torneio não entrou para a história apenas pelo recorde de 308 gols e marcas quebradas pelos seus protagonistas. A edição expandida para 48 seleções também foi manchada por uma sequência de incidentes diplomáticos, interferências políticas em decisões de campo e gargalos de infraestrutura. Da recusa de vistos para comissões técnicas à inédita revogação de cartão vermelho por apelo do presidente norte-americano Donald Trump, o torneio exigiu contorcionismos diplomáticos sem precedentes da FIFA.

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Recordes, Gols e Espanha Campeã: o Balanço Final da Copa 2026

Brasil encabeça lista das potências que passaram vergonha na Copa 2026

Durante os 39 dias de competição, seleções e torcedores criticaram as relações da FIFA om a política, decisões inconsistentes do VAR, a qualidade do gramado e da infraestrutura para público e imprensa nas sedes americanas e o comportamento das delegações nos bastidores. A combinação de temperaturas extremas, logística complexa e episódios de indisciplina transformou a edição mais numerosa da história também em uma das mais turbulentas.

“VARgentina” e as decisões contestadas da arbitragem

Em sua terceira Copa do Mundo, a atuação do árbitro assistente de vídeo, o famoso VAR, gerou fortes protestos de diversas federações ao longo do torneio. O termo “VARgentina” viralizou nas redes sociais após decisões favoráveis à equipe sul-americana em momentos decisivos.

Não expulsão de Messi no jogo de estreia contra a Argélia gerou críticas duras à arbitragem

O caso mais emblemático ocorreu logo na estreia dos campeões do mundo contra a Argélia, quando a estrela Lionel Messi cometeu uma falta claramente para cartão vermelho e árbitros de campo e de vídeo passaram pano. Mantido em campo, ele fez uma hat-trick na partida, e depois marcou mais três gols nos jogos seguintes em que, em tese, estaria suspenso.

Já nas oitavas de final entre Argentina e Egito, o VAR anulou o gol que ampliaria o placar para 2 a 0 em favor dos egípcios ao revisar uma falta ocorrida 17 segundos antes da jogada e a 80 metros da meta. Até aí tudo bem, se no lance que gerou a virada argentina nos acréscimos, uma falta semelhante a favor dos egípcios e que anularia o lance não tivesse sido ignorada pela arbitragem.

Jogo entre Argentina e Egito nas Oitavas de Final também teve muitas polêmicas no apito

Outras seleções também formalizaram reclamações. A CBF, por exemplo, enviou ofício à FIFA cobrando padronização após ter um gol de Vinícius Júnior anulado contra a Escócia. A delegação de Gana também criticou o árbitro após lances polêmicos não revisados contra a Inglaterra. Mas nada comparado ao barulho que a relação dos argentinos com o apito causou durante o Mundial.

Donald Trump e a virada de mesa na punição de Balogun

A maior crise institucional do torneio, entretanto, eclodiu na fase de 16 avos de final. O atacante norte-americano Folarin Balogun recebeu cartão vermelho direto (e correto) do árbitro brasileiro Raphael Claus no triunfo dos EUA sobre a Bósnia por 2 a 0.

Inconformado com a suspensão automática do artilheiro e principal jogador dos EUA para as oitavas contra a Bélgica, o presidente Donald Trump interveio pessoalmente junto ao presidente da FIFA, Gianni Infantino. Trump criticou publicamente o árbitro brasileiro em coletiva na Casa Branca, citou até um dossiê com polêmicas de Claus, e cobrou a anulação da suspensão.

Presidente Donald Trump pediu a anulação do cartão vermelho de Balogun

Horas antes da partida decisiva, o Comitê Disciplinar da FIFA inexplicavelmente acatou o pedido e suspendeu temporariamente a punição de Balogun. A decisão provocou revolta imediata da UEFA e da Federação Belga, que classificaram o ato como uma “interferência inaceitável” e sem precedentes na história do futebol.

No fim das contas, pouco adiantou. Balogun entrou em campo e teve atuação discreta (depois confessou o episódio interferiu no ambiente da seleção americana), os EUA foram goleados por uma Bélgica cheia de brios, com direito até a dancinha de Lukaku imitando o presidente Trump.

Vistos negados e a saga do Irã

A logística e a geopolítica controversas do governo norte-americano afetaram diretamente também a Seleção Iraniana. Pela primeira vez na história, uma Copa contou com dois países em guerra. E o pior, um deles era a sede do torneio! O Irã chegou a cogitar desistir de participar, mas voltou atrás. E aí começou o calvário: o Departamento de Estado dos EUA negou vistos de entrada para 13 membros da comissão técnica e administrativa do Irã.

Como protesto e por limitações operacionais, o Irã recusou-se a se concentrar em solo americano. A equipe transferiu seu centro de treinamento para Tijuana, no México, precisando cruzar a fronteira por centenas de quilômetros a cada jogo em Los Angeles e Seattle.

Atletas relataram desgaste extremo e cãibras devido aos voos e deslocamentos expressos. A eliminação do Irã na fase de grupos (ainda pra piorar com um gol anulado pelo VAR nos acréscimos) desencadeou duras críticas da imprensa internacional, acusando a FIFA de ignorar o princípio de neutralidade do esporte.

Seleção do Irã foi impedida de permanecer nos EUA entre as partidas

Jogadores barrados, árbitro suspenso e o nó nas fronteiras

O Irã não foi a única delegação a enfrentar contratempos burocráticos nos aeroportos das sedes do torneio. O atacante iraquiano Aymen Hussein, ídolo do país e autor do gol que classificou o Iraque para a Copa depois de 40 anos, ficou sete horas detido em interrogatório no controle de imigração ao desembarcar nos EUA.

Além disso, membros das federações de Senegal e Uzbequistão também tiveram emissões de visto atrasadas ou indeferidas pelas autoridades americanas. Também viralizaram ao longo da Copa imagens de atletas e delegações sendo revistadas por autoridades norte-americanos durante deslocamentos pelo país. Nem Lionel Messi, uma das figuras mais populares do planeta, e que atualmente mora e joga nos EUA, foi poupado das revistas.

Sobrou até para a arbitragem. Às vésperas do início do Mundial, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, indicado pela comissão de arbitragem da FIFA, teve o visto recusado e foi impedido de atuar na competição. Barrado, foi recebido como herói na volta ao seu país, e convidado pela UEFA para apitar jogos na Europa.

Outro caso que gerou polêmica foi o do torcedor símbolo da República Democrática do Congo Michel Nkuka Mboladinga, conhecido como “Lumumba Vea” por ficar durante os jogos da sua seleção estático como se fosse uma estátua de Patrice Lumumba, líder da independência do país. Aguardado como uma das grandes figuras da Copa, ele só conseguiu participar do segundo jogo de RD Congo, justamente a derrota para a Colômbia em Guadalajara, no México. Ele teve o visto negado e foi proibido de entrar nos EUA.

Lumumba Vea, torcedor símbolo da RD Congo, teve o visto de entrada nos EUA negado

O drama dos estádios e dos gramados

Se a Copa apresentou ao mundo estádios belíssimos e de última geração, como por exemplo os estádios de Atlanta e Dallas e o SoFi Stadium de Los Angeles, o mais caro da Copa (custou mais de R$ 30 bilhões), também sobraram duras críticas para outras sedes.

A qualidade do MetLife Stadium, palco da grande final em Nova York/Nova Jersey, gerou muita discussão. Enquanto torcedores e imprensa reclamavam da infraestrutura muito distante do padrão que a FIFA exige em outros países, jogadores das seleções do Brasil e da França, entre outros, criticaram abertamente a dureza e o ressecamento da grama instalada sobre o piso sintético original do estádio que é usado pelo outro futebol, o americano. O desgaste exigiu uma força-tarefa da FIFA durante a fase final, principalmente em relação ao palco da final.

Condição do gramado e até a estrutura do MetLife Stadium, palco da final, foram criticados

Além disso, gerou muita discussão a escolha do estádio para a grande final, já que outros estádios tinham estrutura muito melhor nos EUA, e houve até quem defendesse o mítico Estádio Azteca, no México, palco da abertura da Copa e sede de outras duas finais na história, em 1970 e 1986, como sede da grande decisão. Mas não teve jeito, a política venceu, mais uma vez.

A controversa parada para hidratação e o futebol de 4 tempos

Algumas novidades desta Copa ganharam elogios unânimes, como por exemplo o protocolo de entrada das equipes nos jogos. Novas regras de arbitragem também foram bem avaliadas em geral, mas pelo menos uma das inovações gerou críticas: as paradas para hidratação em todos os 104 jogos, que na prática dividiram o jogo em quatro tempos de mais ou menos 25 minutos e mudaram a dinâmica de muitas partidas.

É verdade que em estádios que não eram climatizados o calor foi grande durante todo o Mundial, mas as paradas foram acusadas de serem meros pretextos para intervalos comerciais que geraram mais uma robusta fonte de renda para a FIFA. Jogadores na sua maioria não gostaram e reconheceram que muitos jogos foram alterados após as paradas, o que pode ser visto como positivo ou negativo, dependendo do ponto de vista. Já o público não viu vantagem alguma, e prova disso é que praticamente todas foram duramente vaiadas nos estádios.

Paradas para hidratação em todos os jogos foram vistas como mero intervalo comercial

Clima tenso e confusão na final

Nem a grande final da Copa do Mundo ficou imune às polêmicas. Logo após o apito final da decisão entre Espanha e Argentina no MetLife Stadium, jogadores das equipes se envolveram em uma briga generalizada no gramado.

O volante argentino Leandro Paredes segurou o espanhol Eric García pelo pescoço e empurrou Gavi, recebendo o cartão vermelho direto após a partida. Não bastasse isso, a postura da seleção argentina na entrega das medalhas, virada de costas para a premiação, também gerou fortes críticas da imprensa internacional. A equipe sul-americana deixou o gramado antes de a Espanha erguer o troféu de campeã, quebrando o protocolo de cortesia após os espanhóis terem feito um corredor de honra para os vice-campeões.

Confusão e agressões de jogadores de Argentina e Espanha fecharam as polêmicas da Copa

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Copa do Mundo

Brasil encabeça lista das potências que passaram vergonha na Copa 2026

Seleção Brasileira vai embora cedo com a pior colocação em 36 anos e se junta a outras equipes que decepcionaram no Mundial

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Atletas com a camisa amarela da Seleção Brasileira consolam Neymar sentado no gramado chorando e cabisbaixo após o apito final na Copa de 2026.

A Copa do Mundo de 2026 não reservou finais felizes para gigantes do futebol mundial. E olha que nem estamos falando aqui da Itália, tetracampeã mundial que nem veio para o terceiro Mundial seguido. A Seleção Brasileira deu adeus ao torneio nas oitavas de final após ser derrotada por 2 a 1 pela Noruega, amargando sua pior colocação final no torneio desde 1990. Além da equipe de Neymar e companhia, outras potências históricas amargaram fracassos retumbantes no continente norte-americano. Alemanha, Uruguai e Portugal, por exemplo, protagonizaram desempenhos muito abaixo de suas tradições futebolísticas.

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Recordes, Gols e Espanha Campeã: o Balanço Final da Copa 2026

As Maiores Polêmicas que Marcaram a Copa 2026

Festa na convocação, fiasco em campo: o colapso do Brasil

A Seleção Brasileira chegou aos Estados Unidos cercada de expectativas, com direito a festa cinematográfica no anúncio dos convocados e forte apelo comercial. O campo, contudo, entregou uma realidade melancólica.

Haaland marcou os dois gols que eliminaram o Brasil nas oitavas de final diante da Noruega

Após estrear com empate duro contra Marrocos, mas ainda assim avançar na liderança do Grupo C, o time do italiano Carlo Ancelotti sofreu para superar o Japão nos 16 avos de final, com gol da virada nos acréscimos. Mas aí o Brasil desmoronou nas oitavas: a vitória norueguesa por 2 a 1 no MetLife Stadium, com dois gols de Erling Haaland, expôs a fragilidade emocional do elenco e a falta de organização tática.

O volante Bruno Guimarães tornou-se o primeiro jogador brasileiro desde Zico a desperdiçar uma penalidade em tempo normal de Copa. A eliminação marcou a despedida melancólica de ídolos da geração, sobretudo Neymar – que ainda marcou de pênalti seu último gol pela Seleção no mesmo estádio onde havia estreado 16 anos antes -, e empurrou o Brasil para o 11º lugar da classificação geral, a pior do país em 36 anos e a segunda pior da história.

Bruno Guimarães perdeu pênalti contra Noruega, primeiro desperdiçado desde Zico em 1986

O calvário da Alemanha continua

A Seleção Alemã acumulou mais um capítulo trágico para o seu retrospecto recente na maior competição do planeta. A tetracampeã mundial até parecia que tinha superado os traumas das eliminações na fase de grupos em 2018 e 2022 ao vencer os dois primeiros jogos, com direito a uma goleada por 7×1 (sim, teve isso!) sobre a estreante Curaçao, mas depois foi ladeira abaixo e não chegou nem nas oitavas de final.

Classificada em primeiro no Grupo E, a Alemanha vinha de derrota para o Equador na última rodada do grupo e caiu logo nos 16 avos de final diante do Paraguai. Após empate em 1 a 1 no tempo regulamentar, a vaga foi decidida nas penalidades máximas e os paraguaios triunfaram por 4 a 3. O resultado manteve o jejum dos alemães, que não frequentam as oitavas de final de um Mundial desde que levantaram a taça no Brasil em 2014, e abriu uma crise sem precedentes na seleção, com direito a troca de técnico e críticas abertas a alguns líderes do elenco pela apatia no Mundial.

Alemanha até começou a Copa bem, mas parou no primeiro mata-mata diante do Paraguai

Anatomia do Desastre

Como algumas seleções tradicionais deram vexame na Copa:

SeleçãoFase da EliminaçãoDetalhe do Fracasso
🇧🇷 Brasil Oitavas de FinalDerrota por 2 a 1 para a Noruega e pior classificação em 36 anos
🇩🇪 Alemanha16 Avos de FinalEliminada nos pênaltis (4 x 3) para o Paraguai.
🇺🇾 UruguaiFase de GruposNenhuma vitória no Grupo H e crise entre elenco e treinador
🇵🇹 PortugalOitavas de FinalDerrota de 1 a 0 para a Espanha sem chutar no gol

Uruguai Zerado e a frieza de Portugal

O futebol sul-americano sofreu com o desempenho melancólico do Uruguai. A Celeste foi a única das seis representantes do continente a cair ainda na fase de grupos ao somar apenas dois pontos no Grupo H, sem vencer uma única partida: empatou contra Arábia Saudita e Cabo Verde e perdeu para a Espanha. O fracasso gerou forte desgaste interno entre o técnico Marcelo Bielsa e os líderes do vestiário.

Já a Seleção Portuguesa, que chegou apontada por muitos analistas como forte candidata ao título, caiu mais uma vez diante da bicampeã Espanha nas oitavas de final por 1 a 0. Com um elenco recheado de estrelas mundiais, os portugueses adotaram uma postura extremamente defensiva e deixaram o gramado vaiados. A má gestão de talentos do treinador Roberto Martínez minou a despedida internacional da geração de Cristiano Ronaldo e Cia. O Robozão, inclusive, foi uma das poucas estrelas a decepcionar na Copa, marcando apenas 3 gols, sendo 2 na goleada sobre o Uzbequistão, e tendo atuações discretas nos outros jogos.

Cristiano Ronaldo e toda a seleção de Portugal decepcionaram na Copa e foram embora cedo

Prometiam muito, entregaram nada

Outras seleções que chegaram badaladas e decepcionaram na Copa:

🇹🇷 Turquia – Com uma geração de ouro, perdeu os dois primeiros jogos dando 60 chutes e não marcando nenhum gol e acabou eliminada por antecipação.

Turquia chegou cotada a ir longe, mas perdeu os dois primeiros jogos e acabou eliminada

🇳🇱 Holanda – Outra seleção apontada como favorita a ir longe, até fez uma boa fase de grupos, mas parou logo no primeiro mata-mata mais uma vez eliminada nos pênaltis, desta vez para Marrocos.

🇸🇳 Senegal – A campeã africana foi presa fácil para França e Noruega em confrontos difíceis, mas ainda assim conseguiu avançar e vencia a Bélgica por 2×0 até os 40 do 2º tempo nos 16 avos de final, e cedeu o empate e depois a derrota na prorrogação.

🇰🇷 Coreia do Sul – Seleção tradicional da Ásia de quem se esperava boa campanha, principalmente pelo grupo acessível. Mas mesmo com uma estreia convincente, a apatia nos dois jogos seguintes rendeu derrotas e uma eliminação inesperada.

Coreia do Sul de Son estreou com vitória mas depois perdeu 2 jogos e caiu na fase de grupos

Seleção Kmiza27 das decepções da Copa do Mundo

Goleiro:
Fernando Muslera (🇺🇾 Uruguai)

Laterais/Zagueiros:
Piero Hincapié (🇪🇨 Equador)
Jasko Gvardiol (🇭🇷 Croácia)
Danilo (🇧🇷 Brasil)

Volantes/Meias:
Vitinha (🇵🇹 Portugal)
Neymar (🇧🇷 Brasil)
Florian Wirtz (🇩🇪 Alemanha)
Arda Guler (🇹🇷 Turquia)

Atacantes:
Raphinha (🇧🇷 Brasil)
Cristiano Ronaldo (🇵🇹 Portugal)
Alexander Sorloth (🇳🇴 Noruega)

Técnico: Marcelo Bielsa (🇺🇾 Uruguai)

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Copa do Mundo

Copa 2026: Recordes, gols e Espanha campeã – o balanço final do maior Mundial da história!

Tudo que você precisa saber sobre os 39 dias da Copa dos grandes protagonistas, das polêmicas e dos números assombrosos

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Taça da Copa do Mundo FIFA 2026 e celebração da Seleção Espanhola com o bicampeonato mundial após vencer a Argentina na final da Copa do Mundo 2026.

A Copa do Mundo de 2026, realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 na América do Norte, consagrou a Espanha como bicampeã mundial após vitória por 1 a 0 sobre a Argentina na final, com o gol marcado por Ferran Torres aos 106 minutos da prorrogação no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey. O torneio foi o primeiro da história com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países: Estados Unidos, México e Canadá. O Mundial bateu recordes absolutos de público, gols marcados e marcou a quebra de marcas históricas individuais.

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Brasil encabeça lista das potências que passaram vergonha na Copa 2026

As Maiores Polêmicas que Marcaram a Copa 2026

Números e Estatísticas

O formato expandido proporcionou marcas impressionantes ao longo dos 39 dias de competição:

Total de gols: 308 gols (média de 2,96 por partida – a maior desde 1970)

Total de jogos: 104 confrontos

Público total nos estádios: Mais de 6,8 milhões de torcedores

Melhor Ataque: França e Inglaterra (20 gols marcados)

Melhor Defesa: Espanha (apenas 1 gol sofrido em 8 jogos – Recorde)

Disciplina: 235 cartões amarelos e 12 cartões vermelhos

Capitão Rodri ergue a Taça FIFA com jogadores da Espanha após vencer a Argentina na final

🌍 Classificação final da Copa do Mundo 2026:

▪️1° 🇪🇸 Espanha (22) +13 SG 🏆
▪️2º 🇦🇷 Argentina (21) +11 SG
▪️3º 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Inglaterra (19) +8 SG (melhor desde 1966)
▪️4° 🇫🇷 França (18) +10 SG

▪️5º 🇳🇴 Noruega (12) +2 SG 🆙
▪️6º 🇧🇪 Bélgica (11) +7 SG
▪️7º 🇲🇦 Marrocos (11) +4 SG
▪️8º 🇨🇭 Suíça (11) +4 SG

▪️9° 🇲🇽 México (12) +7 SG
▪️10° 🇨🇴 Colômbia (11) +4 SG
▪️11° 🇧🇷 Brasil (10) +6 SG (pior desde 1990)
▪️12° 🇺🇸 Estados Unidos (9) +3 SG
▪️13° 🇵🇹 Portugal (8) +5 SG
▪️14° 🇨🇦 Canadá (7) +3 SG
▪️15° 🇪🇬 Egito (6) +1 SG
▪️16° 🇵🇾 Paraguai (5) -3 SG

▪️17° 🇳🇱 Países Baixos (8) +6 SG
▪️18° 🇩🇪 Alemanha (7) +6 SG
▪️19° 🇨🇮 Costa do Marfim (6) +1 SG
▪️20° 🇭🇷 Croácia (6) -1 SG
▪️21° 🇯🇵 Japão (5) +3 SG
▪️22° 🇦🇺 Austrália (5) 00 SG
▪️23° 🇨🇩 Congo DR (4) 00 SG 🆙
▪️24° 🇬🇭 Gana (4) -1 SG
▪️25° 🇪🇨 Equador (4) -2 SG / 2G / -12 fair play
▪️26° 🇿🇦 África do Sul (4) -2 SG / 2G / -13 fair play
▪️27° 🇸🇪 Suécia (4) -3 SG / 7G
▪️28° 🇦🇹 Áustria (4) -3 SG / 6 gols
▪️29° 🇧🇦 Bósnia & Herzegovina (4) -3 SG / 5 gols
▪️30° 🇩🇿 Argélia (4) -4 SG
▪️31° 🇸🇳 Senegal (3) +1 SG
▪️32° 🇨🇻 Cabo Verde (3) -1 SG

▪️33° 🇮🇷 Irã (3) 0 SG
▪️34° 🇰🇷 Coréia do Sul (3) -1 SG
▪️35° 🇹🇷 Turquia (3) -2 SG
▪️36° 🏴󠁧󠁢󠁳󠁣󠁴󠁿 Escócia (3) -3 SG

▪️37° 🇺🇾 Uruguai (2) -1 SG
▪️38° 🇸🇦 Arábia Saudita (2) -4 SG

▪️39° 🇨🇿 Tchéquia (1) -4 SG
▪️40° 🇳🇿 Nova Zelândia (1) -6 SG
▪️41° 🇶🇦 Catar (1) -8 SG / 2 gols
▪️42° 🇨🇼 Curaçao (1) -8 SG / 1 gol

▪️43° 🇵🇦 Panamá (0) -4 SG
▪️44° 🇯🇴 Jordânia (0) -5 SG
▪️45° 🇭🇹 Haiti (0) -6 SG
▪️46° 🇺🇿 Uzbequistão (0) -9 SG
▪️47° 🇹🇳 Tunísia (0) -10 SG
▪️48° 🇮🇶 Iraque (0) -11 SG 🔦

Quadro de Premiações Individuais (FIFA Awards)

A Espanha dominou a premiação individual após a conquista do bicampeonato:

Prêmio FIFAVencedor
Bola de Ouro (Melhor Jogador)Rodri (Espanha)
Bola de PrataLionel Messi (Argentina)
Bola de BronzeKylian Mbappé (França)
Chuteira de Ouro (Artilheiro)Kylian Mbappé (França – 10 gols)
Luva de Ouro (Melhor Goleiro)Unai Simón (Espanha)
Melhor Jogador JovemPau Cubarsí (Espanha – 19 anos)
Troféu Fair PlayHolanda

Seleção Kmiza27 dos melhores da Copa 2026:

Goleiro:
Dibu Martinez ( 🇦🇷 Argentina)

Laterais:
Pedro Porro ( 🇪🇸 Espanha)
Cucurella ( 🇪🇸 Espanha)

Zagueiros:
Pau Cubarsi ( 🇪🇸 Espanha)
Upamecano ( 🇫🇷 França)

Meias:
Rodri ( 🇪🇸 Espanha)
Olise ( 🇫🇷 França)
Bellingham ( 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Inglaterra)

Atacantes:
Mbappe ( 🇫🇷 França)
Messi ( 🇦🇷 Argentina)
Haaland ( 🇳🇴 Noruega)

Técnico:
Luís De La Fuente ( 🇪🇸 Espanha)

Melhores da Copa (na avaliação do Kmiza27):
🏅Messi ( 🇦🇷 Argentina)
🥈Mbappe ( 🇫🇷 França)
🥉Bellingham ( 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Inglaterra)
(Rodri, o melhor da Copa para a FIFA, é o nosso 4º colocado)

Tabela de Artilharia do Mundial 2026

Kylian Mbappé brilhou individualmente e faturou pela segunda Copa consecutiva a Chuteira de Ouro (feito inédito) com 10 gols marcados no torneio, marca que não era alcançada desde o alemão Gerd Muller na Copa de 1970.

Artilharia da Copa do Mundo 2026 ⚽

10 gols ⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽
🇫🇷 Kylian Mbappe

8 gols ⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽
🇦🇷 Lionel Messi

7 gols ⚽⚽⚽⚽⚽⚽⚽
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Jude Bellingham
🇳🇴 Erling Haaland

6 gols ⚽⚽⚽⚽⚽⚽
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Harry Kane
🇫🇷 Ousmane Dembele

5 gols ⚽⚽⚽⚽⚽
🇪🇸 Mikel Oyarzabal

4 gols ⚽⚽⚽⚽
🇲🇽 Julián Quiñones
🇧🇷 Vinícius Júnior
🇸🇳 Ismaila Sarr

3 gols ⚽⚽⚽
🇦🇷 Lautaro Martinez
🇫🇷 Bradley Barcola
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Bukayo Saka
🇨🇭 Johan Manzambi
🇧🇪 Romelu Lukaku
🇧🇪 Charles De Ketelaere
🇲🇦 Ismael Saibari
🇺🇸 Folarin Balogun
🇲🇽 Raúl Jimenez
🇵🇹 Cristiano Ronaldo
🇧🇷 Matheus Cunha
🇨🇦 Jonathan David
🇩🇪 Deniz Undav
🇳🇱 Brian Brobbey
🇳🇿 Elijah Just
🇨🇩 Yoane Wissa

2 gols ⚽⚽
🇦🇷 Enzo Fernandez
🇪🇸 Mikel Merino
🇪🇸 Pedro Porro
🇨🇭 Dan Ndoye
🇲🇦 Azzedine Ounahi
🇲🇦 Soufiane Rahimi
🇨🇴 Daniel Muñoz
🇧🇪 Leandro Trossard
🇧🇪 Youri Tielemans
🇪🇬 Emam Ashour
🇪🇬 Mostafa Ziko
🇺🇸 Malik Tillmann
🇨🇦 Cyle Larin
🇩🇪 Kai Havertz
🇳🇱 Cody Gakpo
🇳🇱 Crysencio Summerville
🇯🇵 Daichi Kamada
🇯🇵 Ayase Ueda
🇸🇪 Yasin Ayari
🇸🇪 Anthony Elanga
🇺🇾 Maxi Araújo
🇸🇳 Pape Gueye
🇸🇳 Iliman Ndyaie
🇨🇮 Nicolas Pepe
🇮🇷 Ramin Rezaian
🇧🇦 Ermin Mahmic
🇦🇹 Marko Arnautovic
🇩🇿 Riyad Mahrez

Recordes Históricos Quebrados em 2026

Francês Mbappe foi artilheiro com 10 gols e se tornou maior goleador das Copas com 22

O Maior Artilheiro da História das Copas

Kylian Mbappé marcou 10 gols nesta edição e chegou a impressionantes 22 gols na carreira em três Copas do Mundo (22 jogos), ultrapassando Lionel Messi (21) no último jogo e deixando muito para trás Miroslav Klose (16), o recordista antes de a Copa começar, para assumir o topo do ranking histórico de todos os tempos.

Artilharia Histórica das Copas do Mundo:

🇫🇷 22 Kylian Mbappé 🆙
🇦🇷 21 Lionel Messi 🆙
🇩🇪 16 Miroslav Klose
🇧🇷 15 Ronaldo Fenômeno
🇩🇪 14 Gerd Muller
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 14 Harry Kane 🆙
🇫🇷 13 Just Fontaine
🇧🇷 12 Pelé

Goleiro Espanhol Unai Simón tomou seu único gol na Copa do Mundo apenas na 6ª partida

A Muralha (Quase) Invicta de Unai Simón
O goleiro espanhol Unai Simón estabeleceu um novo recorde ao ficar 650 minutos consecutivos sem sofrer gols em jogos de Copa do Mundo (somando o último jogo de 2022 e cinco em 2026), superando a marca de 517 minutos mantida pelo italiano Walter Zenga desde 1990. Ele sofreu seu único gol na Copa no sexto jogo, na vitória sobre a Bélgica por 2×1 nas quartas de final.

Lionel Messi colecionou recordes durante sua última participação em Copas aos 39 anos

Recordes de Messi e CR7

Em sua 6ª participação em Mundiais, Lionel Messi tornou-se o jogador com mais partidas na história do torneio (34 jogos) e o atleta com mais vitórias acumuladas (23 triunfos). Com uma participação brilhante (até a final) aos 39 anos, somou ainda 8 gols e 2 assistências, o recorde absoluto de gols marcados em 9 jogos consecutivos (desde 2022), o jogador mais velho a fazer um hat-trick (38 anos e 357 dias) e até uma marca negativa: o primeiro jogador a perder 4 pênaltis em Copas do Mundo e em 3 Mundiais diferentes. Já Cristiano Ronaldo, apesar de uma Copa bem mais discreta que o seu eterno oponente, também conquistou marcas para chamar de sua: com os dois gols contra o Uzbequistão, se tornou o único jogador a marcar em 6 Copas diferentes, e ainda o segundo mais velho e marcar e o mais velho a balançar as redes mais de uma vez, aos 41 anos.

Cristiano Ronaldo se tornou o único jogador da história a marcar gols em 6 Copas diferentes

Gol Mais Rápido da Edição
O meia Matías Galarza, do Paraguai, marcou aos 65 segundos na vitória sobre a Turquia, na segunda rodada, registrando o gol mais rápido da Copa de 2026.

Matias Galarza marcou aos 65 segundos na vitória do Paraguai sobre a Turquia na 2ª rodada

O Garçom que superou Pelé


O francês Michel Olise chegou credenciado como uma das grandes estrelas da Copa, e de certa forma não decepcionou. O “Artista”, como é chamado pelo estilo de jogo extremamente refinado, não marcou nenhum gol (mas em compensação perdeu muitos, quase sempre por excessos), mas saiu da Copa como recordista de assistências. Foram 7 no total, superando o recordista anterior que era nada menos que Pelé, com 5 assistências na Copa de 1970.

As longas invencibilidades de Espanha e Holanda
A campeã Espanha estabeleceu várias novas marcas, inclusive na final alcançou 38 jogos de invencibilidade (desde março de 2024) e quebrou o recorde anterior que era da Itália entre 2018 e 2021. A sequência começou justamente no empate em 3×3 com o Brasil em amistoso em Madri e passou pelo título da Eurocopa e do vice-campeonato da Nations League (perdeu a decisão para Portugal nos pênaltis). Já a Holanda foi embora pra casa cedo mas levou uma façanha na bagagem: o recorde de invencibilidade em Copas de 16 jogos, superando o Brasil que detinha a marca há mais de 60 anos. A última derrota laranja em Copas foi justamente na final de 2010 contra a Espanha, na prorrogação, depois disso não participou da Copa de 2018 e nas outras todas foi eliminada nos pênaltis (para a Argentina em 2014 e 2022 e para Marrocos em 2026).

Holanda chegou a 16 jogos sem perder em Copas do Mundo e qubrou recorde de 60 anos

Mais defesas em uma única partida
O goleiro Eloy Room (Curaçao) igualou o recorde histórico das Copas ao realizar 16 defesas difíceis na partida contra o Equador em Kansas City, que garantiu o 0x0 e o primeiro e único ponto do menor país a disputar um Mundial. E isso após ter tomado 7 gols na estreia contra a Alemanha.

Técnicos mais velhos e com mais jogos
Na sua despedida, Didier Deschamps (França) assumiu a liderança isolada ao atingir 26 partidas dirigidas no comando da seleção francesa em quatro Mundiais. Já Dick Advocaat, holandês que comandou Curaçao se tornou o mais velho a participar de uma Copa do Mundo, com 78 anos e 271 dias, superando Miroslav Koubek (Tchéquia, 74 anos), Hugo Broos (África do Sul, 74 anos), Carlos Queiroz (Gana, 73 anos), todos também na ativa em 2026 e que superaram o antigo recordista Otto Rehhagel (71 anos em 2010).

Didier Deschamps se despediu do comando da seleção da França após 4 Copas do Mundo

Curiosidades e Histórias Marcantes desse Mundial

Estreias históricas: A edição de 2026 marcou a primeira participação de 4 países: Curaçao, tornando-se o menor país em território a disputar uma fase final de Copa do Mundo, Jordânia, Uzbequistão e Cabo Verde. E foram os africanos que brilharam: na estreia seguraram a Espanha no 0x0 e foram os únicos a não perderam para a campeã, e com outros dois empates, avançaram de fase e só pararam na prorrogação contra a outra finalista, a então campeã Argentina. Liderados pelo goleiro e agora popstar Vozinha, os caboverdianos foram a grande surpresa da Copa.

Goleiro Vozinha, de 40 anos, conduziu Cabo Verde para uma campanha histórica na estreia

Marcas emblemáticas: A Copa de 2026 registrou pelo menos dois feitos históricos. A vitória do Japão por 4×0 sobre a Tunísia na 2ª rodada foi o jogo nº 1.000 da história das Copas. Já o gol de Enzo Fernandez, que decretou a virada da Argentina sobre o Egito nas oitavas de final, foi o gol nº 3.000 da história dos Mundiais.

Ataques demolidores, defesas nem tanto: Inglaterra e França tiveram os melhores ataques (20 gols cada) e as melhores duplas da Copa. Jude Bellingham e Harry Kane somaram 13 gols juntos, igualando a marca da dupla Ronaldo e Rivaldo pelo Brasil na Copa de 2002. Mas Mbappe e Dembele foram ainda melhores, marcando 16 dos 20 gols franceses. O jogo entre eles, vitória inglesa por 6×4 na decisão do 3º lugar, foi o recordista de gols nesta Copa e em 44 anos, e ainda se tornou a decisão de terceiro lugar com mais gols na história. Mas se o ataque inglês brilhou, a defesa tomou 12 gols e ficou entre as piores da Copa, ao lado dos lanternas Iraque e Tunísia.

São Pedro colaborou: Antes da Copa, o temido protocolo de raios dos EUA gerou calafrios nas delegações, torcedores e imprensa, que já tinham visto jogos atrasarem até três horas no Mundial de Clubes um ano antes. Para piorar, havia a expectativa de um número alto de partidas afetadas com atrasos ou paralisações. Na prática, porém, parece que os deuses do futebol interferiram junto a São Pedro, e apenas um jogo foi paralisado (França x Iraque ficou parado 2 horas no intervalo) e um outro teve seu início atrasado (México x Equador, mesmo que o México não adote o mesmo protocolo, a FIFA optou por padronizar a questão nas três sedes. Ainda assim, foi muito melhor que o esperado.

França x Iraque na Filadélfia foi o único jogo da Copa a ser paralisado pelo protocolo de raios

Remada Viking e Wonderwall, os hits da Copa: em uma Copa com a presença de tantas estrelas nas tribunas em praticamente todos os jogos (só na final eram 178 celebridades nos camarotes), e com uma música tema de Shakira que colou nos ouvidos mundo afora, foram duas celebrações espontâneas das arquibancadas que ficaram marcadas como os grandes hits do Mundial. A torcida da Noruega virou mania com a sua Remada Viking que ganhou versões pelos estádios e pelo mundo todo e que teve participação muitas vezes dos jogadores da seleção após as partidas (inclusive na vitória contra o Brasil). Já a torcida inglesa entoou o coro de Wonderwall, clássico da Banda Oasis, a cada vitória do English Team, e também contou com a participação entusiasmada dos jogadores. E teve duelo dos hits da Copa: só uma seguiria em frente quando Noruega e Inglaterra se enfrentaram nas quartas de final, os ingleses mandaram os vikings remando de volta pra casa e avançaram para a reta final.

Despedida Agridoce: Uma das decepções da Copa, a Turquia perdeu os dois primeiros jogos contra Austrália e Paraguai e já foi eliminada para a rodada final contra os EUA. Apesar da frustração, os turcos renderam ótimos memes e ao menos levaram uma curiosidade na bagagem: foram a única seleção, sem contar a campeã Espanha e a terceira colocada Inglaterra, a se despedir da Copa com vitória, pois venceram o time reserva dos EUA por 3×2 com gol no último lance da partida.

Um tabu que vai completar 100 anos: com o título da Espanha e do técnico Luís De La Fuente, a marca mais longeva das Copas do Mundo segue de pé e vai completar 100 anos junto com o torneio em 2030. Nunca um treinador estrangeiro foi campeão (dirigindo um país que não o seu de nascimento). Em 2026, o italiano Carlo Ancelotti pelo Brasil, o alemão Thomas Tuchel pela Inglaterra (quem foi mais longe) e o espanhol Roberto Martinez por Portugal eram candidatos, mas ficaram pelo caminho.

Alemão Thomas Tuchel levou a Inglaterra ao 3º lugar, melhor posição do país em 60 anos

Galeria de Campeões atualizada

Não foi dessa vez que tivemos um novo membro no clube dos 8 campeões mundiais. A última a entrar foi justamente a Espanha em 2010, que agora ampliou sua marca e deixou a Inglaterra sozinha com seu único título. Lá no topo, nada mudou: mesmo em seu pior período de vacas magras, o Brasil segue no topo com 5 títulos, seguido por Alemanha e Itália, que também andam bem longe de novas conquistas.

Brasil permanece no topo

Todos os resultados dos 104 jogos da Copa do Mundo de 2026, a maior de todos os tempos

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