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Copa do Mundo 2026

Expectativa x realidade: veja quem brilhou no (quase esquecido) Mundial Sub-17 no Brasil em 2019 e vai à Copa em 2026

Do Vestibular em 2019 para a Formatura em 2026. Pouca gente lembra, mas o Brasil sediou às pressas a Copa do Mundo Sub-17 em 2019, e apesar de pouco badalada, ela revelou muitas das estrelas que vão brilhar na Copa do Mundo 2026.

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Jogadores da Seleção Brasileira Sub-17 comemoram a conquista da Copa do Mundo da categoria em 2019, em torneio disputado no Brasil.

A Copa do Mundo Sub-17 da FIFA, disputada às pressas no Brasil em 2019, serviu como o grande vestibular para uma geração de jogadores que, sete anos depois, está pronta para comandar suas seleções na Copa do Mundo de 2026, em gramados dos Estados Unidos, México e Canadá.

Passados sete anos daquela final emocionante no acanhado Estádio Bezerrão, no Gama (DF), quando o Brasil foi campeão batendo o México de virada, muitos dos atletas que atuaram em solo brasileiro naquele ano estiveram em amistosos recentes das suas seleções na última Data FIFA, e provavelmente estarão presentes nas listas oficiais do Mundial deste ano.

O cruzamento de dados mostra que aquela Copa do Mundo Sub-17 em 2019 foi um divisor de águas técnico. Enquanto as potências europeias como Espanha e França (favoritas em 2026, e que se enfrentaram nas quartas de final em 2019, com a França goleando por 6×1 em Goiânia) utilizaram o torneio como filtro de qualidade, nações como Haiti, Austrália e Coreia do Sul usaram como projeto de nação esportiva, e colhem os frutos agora.

Já o Brasil, um campeão acidental que nem deveria ter disputado o torneio (veja mais abaixo), viu praticamente toda uma geração promissora ficar pelo caminho, o que de certa forma diz muito sobre o atual estágio do futebol brasileiro, mas também prova que o talento precoce precisa de ambiente e gestão de carreira para sobreviver a longos sete anos de transição até o topo do mundo.

As estrelas que confirmaram o protagonismo

Alguns nomes já davam sinais de que o Sub-17 era “pequeno” para o futebol que apresentavam. O espanhol Pedri é o exemplo máximo dessa transição meteórica, saindo do gramado da Serrinha em Goiânia direto para o protagonismo no Barcelona e na Fúria.

Pedri é destaque da Espanha

A elite africana e sul-americana

A seleção de Senegal também colheu frutos valiosos daquela edição com a consolidação de Pape Matar Sarr, hoje volante de elite na Premier League. Já o Equador transformou a liderança do zagueiro Piero Hincapié em realidade, tornando-o um dos defensores mais valorizados do futebol europeu em 2026, hoje atuando como lateral-esquerdo. A Argentina, por sua vez, vê em Matias Soulé o herdeiro técnico de uma geração que começou a ganhar corpo nos gramados brasileiros.

O curioso caso do artilheiro holandês

Mas entre os personagens daquele Mundial, chama a atenção a trajetória do artilheiro holandês Sontje Hansen. Chuteira de Ouro do torneio com 6 gols e um dos destaques da campanha de semifinal da Holanda, ele chegou a ser sondado pelo Manchester City de Guardiola, mas seguiu no Ajax, onde não conseguiu se firmar no elenco profissional. Passou pelo NEC Nijmegen, também da Holanda, antes de chegar ao Middlesbrough, que disputa a Champioship inglesa. Quando parecia que ver a Copa de 2026 pela TV era uma certeza, veio a ligação de outro holandês, o técnico Dick Advocaat, para que Sontje Hansen atuasse pela seleção de Curaçao, país de origem de seus pais. Estreou em outubro de 2025, e apenas cinco dias depois sua naturalização foi aprovada pela FIFA. De praticamente descartado, o artilheiro de 2019 passou a ser nome praticamente garantido na Copa de 2026.

O lado amargo: os que ficaram pelo caminho

Como sempre, nem todo brilho de 2019 se traduziu em sucesso profissional de alto nível para este ciclo de 2026. Gabriel Veron, por exemplo, eleito o melhor jogador daquela Copa, conviveu com lesões e oscilações, ficando a anos-luz de distância dos planos da Seleção Brasileira principal. Outros nomes, como o artilheiro Lázaro e o capitão brasileiro Henri, não atingiram o teto esperado e hoje vão assistir ao Mundial pela TV, enquanto buscam retomar o espaço em clubes de menor expressão.

Meia Gabriel Veron foi o melhor jogador do Mundial Sub-17. Foto: Alexandre Loureiro/ CBF

📉 Promessas que “Estagnaram” ou não vingaram

Como em todo torneio de base, alguns nomes que pareciam destinados ao topo acabaram enfrentando dificuldades na transição para o profissional:

JOGADORSTATUS EM 2019COMO ESTÁ EM 2026?
João PeglowCamisa 10 e titular do BrasilApós rodar por Porto B, Sport e Polônia, rescindiu com o Inter e está no DC United da MLS
Gabriel VeronMelhor jogador do mundo Sub-17. Maior joia da base do Palmeiras na épocaFoi vendido ao Porto, mas sofreu com lesões e questões disciplinares. Passou sem sucesso por Cruzeiro, Santos e Juventude, e está no Nacional da Madeira, em Portugal.
Sontje HansenArtilheiro do Mundial com a semifinalista HolandaNão conseguiu se firmar no time principal do Ajax. Atualmente joga no Middlesbrough, mas deve ir à Copa com a seleção de Curaçao.
Daniel CabralVolante titular do Brasil (Flamengo).Sofreu com lesões graves no joelho. Em 2024, transferiu-se para o Estrela Amadora, de Portugal.
Matías PalaciosA grande joia da Argentina naquele Mundial.Vendido cedo ao Basel (Suíça), não explodiu. Atualmente joga no Al-Ain, nos Emirados Árabes.
HenriCapitão do Brasil e zagueiro promissor.Não teve chances no profissional do Palmeiras. Atualmente joga no North Texas SC (time B do FC Dallas, nos EUA).
LázaroHerói do título brasileiro em 2019Não se firmou no Flamengo, foi vendido ao espanhol Almeria e chegou a ser emprestado ao Palmeiras, onde também pouco jogou. Atualmente está no Al-Najma da Arábia Saudita.

O fenômeno do Haiti e a base de 2019

A seleção do Haiti é o caso mais emblemático de planejamento e continuidade entre as seleções periféricas. Se despediu daquele Mundial com três derrotas e a lanterna do grupo em Goiânia, mas atletas como Dany Jean e Carl Fred Sainté, que sentiram o peso de um Mundial pela primeira vez em 2019, costumam ser chamados para a seleção e têm grandes chances de estar na equipe na Copa 2026. O amadurecimento desses jogadores foi um dos pilares necessários para que a nação caribenha alcançasse a classificação histórica para o torneio atual, encerrando um jejum de 52 anos.

Você lembra da Copa do Mundo Sub-17 no Brasil?

Se não lembra, a gente te entende. Mas vamos ajudar a refrescar a memória:

A Copa do Mundo FIFA Sub-17 de 2019 foi a 18ª edição da competição e foi disputada no Brasil entre os dias 26 de outubro a 17 de novembro.

O evento deveria ter ocorrido no Peru entre 5 e 27 de outubro. No entanto, em fevereiro de 2019 a Federação Peruana anunciou a desistência por não conseguir cumprir com todos os requisitos exigidos pela FIFA. Sendo assim, o Conselho da FIFA anunciou em 15 de março o Brasil como substituto, marcando a primeira vez que o país recebeu uma edição da categoria.

Curiosidade: o Brasil só participou daquele Mundial porque virou o país-sede. A seleção havia sido eliminada precocemente no Sul-Americano Sub-17 meses antes com uma campanha pífia, mas com a mudança da sede às pressas, a vaga caiu no colo da equipe, que mudou de treinador (Guilherme Dalla Déa assumiu) e acabou sendo campeã invicta, vencendo todos os 7 jogos.

A Inglaterra era a atual campeã da categoria, mas não se classificou para defender o título. Na fase decisiva, o Brasil derrotou a Itália nas quartas por 2×0, a França por 3×2 na semifinal e o México na final de virada por 2×1 ((gols de Kaio Jorge e Lázaro) e conquistou o título pela quarta vez, o primeiro desde 2003.

🏟️ Sedes e Organização

Diferente da Copa de 2014, o Mundial Sub-17 focou em estádios menores e mais próximos, facilitando a logística:

Gama (DF): Estádio Bezerrão (onde ocorreu a final e a abertura).

Goiânia (GO): Estádio Olímpico e Estádio da Serrinha.

Cariacica (ES): Estádio Kléber Andrade.

⭐ Os Destaques e Premiações Individuais

Bola de Ouro (Melhor Jogador): Gabriel Veron (Brasil). Na época, era a maior joia do Palmeiras.

Chuteira de Ouro (Artilheiro): Sontje Hansen (Holanda), com 6 gols.

Luva de Ouro (Melhor Goleiro): Matheus Donelli (Brasil), do Corinthians.

🚀 Promessas que se Confirmaram no Profissional

Muitos nomes que hoje brilham na Europa e em seleções principais estavam naquele torneio:

🇪🇸 Pedri (Espanha): Talvez o maior sucesso comercial e técnico. Saiu do Las Palmas para o Barcelona e se tornou um dos pilares da Seleção Espanhola principal.

🇸🇳 Pape Matar Sarr (Senegal): Hoje é peça fundamental no meio-campo do Tottenham, da Inglaterra, e da seleção atual campeã africana de nações.

🇺🇸 Giovanni Reyna (EUA): Consolidou-se no Borussia Dortmund e atualmente está no Borussia Mönchengladbach. É uma das estrelas da geração norte-americana que chega cheia de expectativas para o Mundial em casa.

🇪🇨 Piero Hincapié (Equador): Na época era zagueiro titular absoluto. Em 2019 já demonstrava liderança, confirmada depois no Bayer Leverkusen e atualmente no Arsenal como lateral-esquerdo. Nome certo na Copa.

🇧🇷 Kaio Jorge (Brasil): Fez gol na final e logo depois teve uma venda milionária do Santos para a Juventus. Após uma lesão grave, buscou retomar o espaço no Cruzeiro (em 2024), onde voltou a ter boas atuações e chegou à Seleção, mas tem poucas chances de estar no grupo da Copa.

2019 x 2026: Veja como foi a transição de algumas seleções daquele Mundial

🇧🇷 Brasil: Não foi o que parecia…

O Brasil de 2019 foi campeão invicto, mas a transição para a seleção principal foi na direção contrária ao sucesso daquele grupo:

Yan Couto (Lateral-Direito): Um dos destaques daquela campanha, foi vendido pelo Coritiba ao Manchester City, foi emprestado ao Girona (do mesmo grupo) e atualmente está consolidado no Borussia Dortmund. Como naquela época, segue como um provável herdeiro da problemática lateral-direita na Seleção Brasileira principal. Mas perdeu espaço no grupo atual de Ancelotti e dificilmente estará na Copa.

Lázaro (Atacante): O herói do título de 2019 (era reserva, mas entrou para marcar o gol da vitória de virada contra a França na semifinal e o gol do título na final contra o México) teve uma transição bem inconsistente. Não se firmou no Flamengo, foi vendido ao espanhol Almeria e chegou a ser emprestado ao Palmeiras, onde também pouco jogou. Atualmente está no Al-Najma da Arábia Saudita.

João Peglow (Meia): Era o Camisa 10 e titular do Brasil, além de grande nome da base do Internacional. Mas não conseguiu transformar isso em carreira sólida. Após rodar por Porto B, Sport e clubes da Polônia, rescindiu com o Inter e busca retomar a carreira no DC United, da MLS.

Gabriel Veron (Meia): Melhor jogador do mundo Sub-17 naquele ano. Foi vendido pelo Palmeiras ao Porto como grande promessa, mas sofreu com lesões e questões disciplinares. Retornou ao Brasil tentando retomar a carreira, primeiro para o Cruzeiro, depois para Santos e Juventude, mas também sem sucesso. Atualmente está emprestado pelo Porto ao Nacional da Madeira.

Matheus Donelli (Goleiro): Titular absoluto daquela geração e luva de ouro da Copa do Mundo, era tratado como o sucessor natural de Cássio no Corinthians. Mas na prática nunca passou nem perto disso. Está emprestado pelo Timão ao Shabab Al Ahli, dos Emirados Árabes Unidos.

Henri (Zagueiro): Capitão do Brasil e zagueiro promissor. Não teve sequência no profissional do Palmeiras. Atualmente, joga no North Texas SC (time B do FC Dallas, nos EUA).

João Pedro (Atacante): Era do mesmo grupo (jogou o Sul-Americano), mas não estava no elenco campeão porque não foi liberado pelo Watford, clube dele na época. Consolidado na Premier League, é titular do Chelsea e nome praticamente certo nos 26 da Seleção para a Copa.

🇪🇸 Espanha: a consistência rendeu frutos

A Espanha de 2019 parou nas quartas tomando um 6×1 da França em Goiânia, mas foi uma das seleções mais talentosas e a que forneceu mais nomes consistentes para 2026:

Pedri (Meio-campista): A grande estrela. Saiu do Sub-17 em 2019 direto para o estrelato mundial. É o dono de uma das vagas no meio-campo da Espanha em 2026.

Alejandro Balde (Lateral-Esquerdo): Reserva em 2019, hoje é titular do Barcelona e nome certo da lateral espanhola para a Copa.

Robert Navarro (Meia/Ponta): Conseguiu se firmar em La Liga com a camisa do Athletic Bilbao e é uma das opções de velocidade no elenco de Luis de la Fuente.

🇫🇷 França: a fábrica de talentos

A França ficou em 3º lugar em 2019 e, como esperado, vários jogadores “graduaram” para o time principal de Didier Deschamps:

Tanguy Nianzou (Zagueiro): O zagueiro que era capitão e xerife em 2019 consolidou sua carreira na Europa no Sevilla e é uma das opções defensivas para este Mundial.

Arnaud Kalimuendo (Atacante): O artilheiro daquela geração francesa hoje disputa vaga no ataque com os veteranos, mas dificilmente irá à Copa. Está no Eintracht Frankfurt, emprestado pelo Nottingham Forest.

Rayan Cherki (Meia): Já era uma promessa daquela geração, mas não foi ao Mundial porque já atuava no time profissional do Lyon. Hoje brilha no Manchester City (sob comando de Guardiola) e é um dos criadores de jogadas da França para 2026.

🇦🇷 Argentina: A “Escada” para o Sucesso

Diferente de outras gerações, a de 2019 foi muito focada em formar jogadores de grupo para Scaloni:

Matias Soulé (Atacante): Embora não tenha sido o protagonista absoluto em 2019, sua evolução na Juventus e atualmente na Roma o colocou como o “sucessor natural” em algumas funções ofensivas da Argentina em 2026. Deve ir à Copa como reserva.

Exequiel Zeballos (Meia-atacante): O “Changuito” sofreu com lesões, mas sua habilidade demonstrada no Brasil em 2019 garantiu sua vaga como arma de segundo tempo na seleção principal. É destaque do Boca Juniors e esteve em convocações recentes de Scaloni.

🌍 Outras Seleções de Destaque

O Mundial de 2019 espalhou talentos que hoje são os “donos” de suas seleções nacionais:

🇺🇸 Estados Unidos: Feitos para brilhar em casa

Giovanni Reyna (Meia-atacante): Um dos grandes nomes da geração dos Estados Unidos que foi moldada para chegar pronta a 2026. Jogou o Mundial no Brasil e agora é a esperança dos americanos jogando em casa. Revelado pelo Borussia Dortmund, atualmente joga no outro Borussia, o Mönchengladbach.

Joe Scally (Lateral-direito): Lateral que também estava em 2019 e é peça carimbada na defesa americana. Joga junto com Reyna no alemão Borussia Mönchengladbach.

🇦🇺 Austrália: Renovação com Base no Brasil

Os Socceroos fizeram uma campanha digna em 2019 (oitavas de final) e três nomes daquele grupo são hoje peças de Premier League ou Championship que estarão na Copa 2026:

Ryan Teague (Meia): O capitão de 2019. Após rodar pela Europa, tornou-se o herdeiro de Aaron Mooy no controle do jogo da Austrália. Está no Melbourne City.

Jordan Bos (Lateral-esquerdo): Não era o nome mais badalado em 2019, mas teve uma explosão física absurda. Costuma ser titular na lateral-esquerda da Austrália e tem sido destaque do Feyenoord, da Eredivisie holandesa.

Nestory Irankunda (Ponta): Ele é a estrela da atual geração australiana, mas em 2019 ainda era jovem demais para estar no grupo daquele Mundial. No entanto, mesmo com 14 anos na época conviveu com a transição dessa geração. Está atualmente no Watford, da Champioship inglesa, e já desperta interesse nos gigantes do país.

🇰🇷 Coreia do Sul: Disciplina e Continuidade

A Coreia chegou às quartas em 2019 e manteve a espinha dorsal técnica:

Lee Tae-seok (Lateral): Filho da lenda Lee Eul-yong (2002), manteve o legado da família e está confirmado na lista de 2026 pela sua precisão nos cruzamentos. Joga no Áustria Viena.

Jeong Sang-bin (Atacante): O “Korean Mbappé” de 2019. Após passagem pela Europa, fixou-se no St. Louis City da MLS e é uma das armas de contra-ataque da Coreia para 2026.

Eom Ji-sung (Meia): Outro remanescente das quartas de final que chegou a vestir a camisa 10 da seleção principal em amistosos recentes. É titular e um dos destaques da Champioship (Segunda Divisão Inglesa) com o Swansea City de País de Gales.

🇲🇽 México: O Vice que “envelheceu” bem

O México perdeu a final para o Brasil, mas “ganhou” jogadores prontos para 2026:

Efraín Álvarez (Meia): A joia do LA Galaxy em 2019. Demorou a engrenar, mas em 2026 é o reserva de luxo e criador de jogadas da Tri. Está no Tijuana, que joga a primeira divisão mexicana.

Víctor Guzmán (Zagueiro): O xerife da defesa em 2019. Hoje é o titular da zaga central mexicana, sendo um dos poucos daquela final que se tornou “indiscutível”. É a liderança moral do mexicano Pachuca.

🇭🇹 O “Milagre Haitiano” de 2019 para 2026

A seleção do Haiti que veremos em 2026, inclusive enfrentando o Brasil, tem nomes que choraram a eliminação logo na primeira fase no Estádio da Serrinha, em Goiânia, com três derrotas. Mal sabiam que as lágrimas daquele dia iriam regar uma geração que fez história no país:

Dany Jean (Atacante): O grande destaque de 2019. Na época jogava no Aigle Noir (Haiti), foi para o Strasbourg (França) e hoje é uma referência técnica da seleção principal e do Torreense, da segunda divisão portuguesa.

Dany Jean é um dos destaques do Haiti

Carl Fred Sainté (Meio-campista): Era o motor do time em 2019. Conseguiu se profissionalizar no futebol dos EUA (joga no El Paso Locomotive, clube da USL Championship) e tem sido titular na contenção do Haiti para 2026.

Kervens Jolicoeur (Atacante): Outro remanescente que ganhou físico e experiência internacional, sendo peça chave no esquema de velocidade da equipe. Atua no ASC San Diego, das divisões inferiores dos EUA.

Copa do Mundo

Recordes que podem cair na Copa do Mundo de 2026

De Messi e Cristiano Ronaldo a Mbappé: conheça as marcas que estão em jogo no Mundial e qual a chance delas serem superadas.

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Montagem com Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e o goleiro mexicano Ochoa, que vão quebrar a marca de seis Copas consecutivas em 2026.

A Copa do Mundo de 2026 é a maior de todos os tempos e promete também ser a edição mais transformadora da história do torneio. Com 48 seleções, 104 partidas e uma série de novos participantes, o Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá reúne condições inéditas para a quebra de recordes históricos. De marcas coletivas que resistem há décadas a feitos individuais de lendas como Messi, Cristiano Ronaldo e Mbappé, diversos capítulos da história das Copas poderão ganhar novos protagonistas.
Quando a bola rolar para a Copa do Mundo de 2026, não estarão em disputa apenas o troféu mais cobiçado do futebol. Em campo também estarão algumas das marcas mais emblemáticas da história dos Mundiais. Recordes que atravessaram gerações, resistiram a Pelé, Maradona, Ronaldo, Zidane, Messi e Cristiano Ronaldo e que agora podem finalmente ser superados em um torneio com características nunca antes vistas.
A ampliação para 48 seleções e 104 partidas cria um cenário único para a quebra de marcas históricas. Da disputa pela liderança de gols entre Brasil e Alemanha às tentativas de Mbappé e Messi de alcançar a artilharia histórica, passando pelos estreantes que buscam escrever seus primeiros capítulos em Copas do Mundo, reunimos os recordes que estarão sob maior ameaça durante o Mundial de 2026 — e avaliamos as reais chances de cada um deles cair.

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1. Seis Copas seguidas: só o trio aí de cima ⬆️

Essa é uma mera formalidade. Ao entrarem em campo com suas seleções, o goleiro mexicano Guilhermo Ochoa e os astros Lionel Messi e Cristiano Ronaldo vão alcançar uma marca que parecia inimaginável há alguns anos: vão disputar a sexta Copa do Mundo consecutiva. O trio irá se isolar na liderança, deixando para trás nomes como Lothar Matthäus (Alemanha), Gianluigi Buffon (Itália) e Antonio Carbajal (México), que jogaram cinco Copas. Curiosidade: o goleiro Ochoa não seria chamado e já estava encaminhando a aposentadoria, mas a lesão do goleiro titular do México fez ele ser chamado às pressas e assim entrar para a história junto com os dois principais jogadores do futebol no século 21.

Chance: 🟢 Grande

2. Brasil x Alemanha pela liderança de gols em Copas

O Brasil é o maior goleador da história dos Mundiais. Após a Copa do Catar em 2022, a Seleção chegou a 237 gols marcados, mantendo a liderança histórica. Mas a Alemanha, mesmo com campanhas vergonhosas nas duas últimas Copas, aparece logo atrás com 232 gols.
A situação é interessante porque a Alemanha está a apenas cinco gols da liderança. E com um detalhe, além de poder fazer uma campanha melhor (e de mais jogos) que o Brasil, os alemães vão enfrentar Curaçao logo na estreia, o que lhes dá uma chance considerável de descontar os 5 gols de saldo logo de cara.
Com até oito partidas possíveis para um finalista, Alemanha e Brasil podem alternar a liderança durante o torneio.

Chance (de a marca mudar de dono em 2026): 🟡 Razoável

Francês Kylian Mbappé já tem 12 gols em duas Copas do Mundo (2018 e 2022)

3. Mbappé e Messi buscam um dos recordes mais cobiçados

O alemão Miroslav Klose lidera a artilharia histórica dos Mundiais com 16 gols em 4 Copas, feito alcançado justamente no fatídico 7×1 contra o Brasil na semifinal da Copa de 2014, quando superou a marca de Ronaldo Fenômeno.
O principal candidato a assumir o posto é o francês Kylian Mbappé, que já chegou aos 12 gols em duas Copas e com menos de 27 anos. Foram 4 gols na campanha do título francês em 2018 (um deles na final) e 8 gols em 2022, incluindo um hat-trick na final.
Ele já é o maior artilheiro da história em finais de Copa. Em 2026, Mbappé disputará sua terceira Copa e tem potencial real de marcar 5 gols e suplantar a marca de Klose, já que a França é candidatíssima ao título e portanto a ir longe no torneio.
Outro que pode abocanhar mais este recorde é Lionel Messi. Ele até tem mais gols que Mbappé no geral (13 em 5 Copas), e mesmo já veterano e lutando contra lesões, ninguém em sã consciência diria ser improvável um dos maiores da História marcar 4 gols na Copa, ainda mais com a Argentina tendo um grupo com a estreante Jordânia, Argélia e Áustria.

Chance: 🟢 Grande

4. O recorde de Fontaine finalmente corre perigo?

O francês Just Fontaine marcou inacreditáveis 13 gols em apenas seis jogos na Copa de 1958. Durante quase sete décadas, ninguém conseguiu sequer se aproximar da marca (o alemão Gerd Müller fez 10 em 1970, e foi quem chegou mais perto).
Mas o formato da Copa de 2026 muda essa equação. Com mais jogos, agora um artilheiro poderá disputar até oito partidas. Isso significa que um atacante pode alcançar 13 gols mantendo uma média difícil mas não impossível de 1,63 gol por jogo. Fontaine, por exemplo, precisou de média superior a 2 gols por partida em 1958.
Mais jogos e além disso maior número de jogos altamente desnivelados (com chance de goleadas homéricas) são a chance de ouro dos artilheiros de buscar um feito que para muitos é inalcançável. A dificuldade para chegar lá, além do tamanho do desafio, é que o futebol atual é muito mais equilibrado e defensivamente organizado. Além disso, a exigência física dos jogos e o calor esperado para a Copa devem ser barreiras para números elevados de gols.

Chance: 🔴 Pequena

Francês Just Fontaine marcou 13 gols em 5 jogos na Copa do Mundo de 1958, na Suécia

5. Europa pode igualar em títulos fora de casa

Historicamente, os campeões costumavam vencer apenas em seus próprios continentes. Mas isso também tem mudado. Se até a virada do século apenas o Brasil tinha vencido “fora de casa” em 1958, na Suécia, no século 21 o que era tabu parece ter virado tendência. Das seis Copas disputadas no século 21, quatro tiveram campeões “forasteiros”:

🇧🇷 Brasil (Coreia/Japão 2002)
🇪🇸 Espanha (África do Sul 2010)
🇩🇪 Alemanha (Brasil 2014)
🇦🇷 Argentina (Catar 2022)

Como a Copa de 2026 será na América do Norte, uma seleção europeia campeã igualaria esse placar em 3 a 3.

Chance (de a marca ser igualada): 🟢 Grande

6. Messi pode ampliar um recorde aparentemente inalcançável

Lionel Messi é o jogador com mais partidas disputadas em Copas do Mundo: 26. Ter jogado duas finais (2014 e 2022) ajudou muito, mas a regularidade foi o segredo. Em 2026, ele poderá chagar a:

  • ✔️29 jogos (em caso de uma improvável eliminação precoce)
  • ✔️33 ou 34 jogos (campanha até semifinal ou final)

Isso criaria uma distância gigantesca para os perseguidores. Para superar Messi, um jogador normalmente precisará:

  • ✔️disputar cinco Copas;
  • ✔️chegar várias vezes às semifinais;
  • ✔️ser titular durante quase 20 anos e se machucar muito pouco.

Convenhamos, é uma combinação raríssima. Coisa de Messi.

Chance (de o próprio Messi ampliar o recorde): 🟢 Grande

7. A barbada: o recorde de gols em uma edição

A Copa do Catar em 2022 registrou 172 gols, recorde histórico. Os 6 gols da final entre Argentina e França foram decisivos para superar os 171 das Copas de 1998 e 2014.
Mas aqui temos uma barbada. Se antes havia um enorme equilíbrio nessa disputa, agora esse recorde será pulverizado em 2026 pelo simples fato de que, com o aumento para 48 seleções, serão 40 jogos a mais (104 a 64). Só a fase de grupos de 2026, com 72 jogos, já deve bastar para quebrar o recorde atual.
Mantida a média de gols das últimas Copas, na casa de 2,5 por partida, o torneio deve ter mais de 170 gols já na primeira fase e pode ultrapassar facilmente a barreira dos 250 gols no total. Algumas projeções estatísticas, inclusive, apontam para algo próximo de 280 gols.
Ou seja: na verdade, surpreendente aqui seria o recorde não cair.

Chance: 🟢 Quase certeza

Seleção da Hungria de 1954 marcou 27 gols em 5 jogos, média de 5,4 por partida

8. Uma seleção pode finalmente superar a Hungria de 1954

A mágica seleção da Hungria da Copa de 1954 marcou 27 gols em apenas cinco partidas (média de 5,4). É até hoje uma das marcas mais absurdas da história.
Mas o novo formato cria uma oportunidade inédita. Uma seleção campeã (ou mesmo semifinalista) poderá disputar até oito jogos. França, Inglaterra, Brasil, Espanha, Portugal ou Argentina, tradicionalmente equipes ofensivas e com chances de reais de ir longe, teriam mais oportunidades para acumular gols. Mas mesmo assim o desafio é duríssimo, pois ainda seria necessário manter média próxima de 3,5 gols por partida.

Chance: 🟡 Razoável

9. Jogador mais jovem a marcar em Copa

Esse pode cravar: não será superado. Pelé é o dono do recorde há quase 70 anos – marcou seu primeiro gol em Copas contra País de Gales em 1958 com 17 anos e 239 dias.
Não bastassem as exigências físicas e táticas do futebol moderno, onde é cada vez mais raro ver adolescentes de 17 anos como titulares em seleções de alto nível, o jogador mais jovem da Copa de 2026 é o meia-atacante mexicano Gilberto Mora. E mesmo considerando a hipótese (pequena) de que ele marque um gol na estreia dos donos da casa (abertura da Copa contra a África do Sul), nesse dia ele terá 17 anos e 240 dias. Ou seja, por um dia, Mora não terá a chance de ao menos igualar o feito do Rei do Futebol.

Chance: 🔴 Nenhuma

Rei Pelé marcou o seu primeiro gol em Copas do Mundo com 17 anos em 1958, na Suécia

10. Jogador mais velho a disputar uma Copa

Outro feito que vai permanecer intacto por mais 4 anos por uma questão matemática: o recorde atual pertence ao goleiro egípcio Essam El-Hadary, que atuou na Copa de 2018 com 45 anos e 161 dias.
E mesmo que atualmente seja muito mais comum ver goleiros veteranos jogando em alto nível, o jogador mais velho da Copa de 2026 é o goleiro escocês Craig Gordon, de 43 anos.
E aqui vale uma curiosidade: se por acaso o goleiro Fábio, do Fluminense, tivesse sido convocado pela Seleção Brasileira (o que não seria nenhum absurdo e inclusive foi defendido por muitos), ele quebraria o recorde, pois no dia da estreia do Brasil ele terá 45 anos e 256 dias de vida.

Chance: 🔴 Nenhuma

11. Gols em 6 Copas? Só CR7 pode

Cristiano Ronaldo pode ampliar um recorde que talvez nunca mais seja alcançado. O Robozão é o único jogador a marcar gols em cinco Copas diferentes:

✔️2006 – 1 gol contra o Irã 🇮🇷
✔️2010 – 1 gol contra a Coreia do Norte 🇰🇵
✔️2014 – 1 gol contra Gana 🇬🇭
✔️2018 – 4 gols (hat-trick contra a Espanha 🇪🇸 e 1 gol contra Marrocos 🇲🇦)
✔️2022 – 1 gol contra Gana 🇬🇭

Se marcar em 2026, ele chegará a seis, algo que dificilmente será igualado. Para tanto, outro jogador precisará:

  • ✔️Jogar seis Copas;
  • ✔️Marcar em todas elas;
  • ✔️Manter nível de elite internacional durante mais de 20 anos.

Messi, que também jogará a sexta Copa, até fez mais gols (13, sendo 7 em 2022), mas não marcou na Copa de 2010. Ou seja, a chance de CR7 ampliar a marca em 2026 é grande, mas depois disso talvez passe a ser uma das marcas mais difíceis de suplantar do futebol moderno.

Chance: 🟢 Grande

Cristiano Ronaldo pode se tornar o único jogador da história a marcar gols em 6 Copas

12. Gols de seleções estreantes em uma Copa

A referência mais forte é a Copa de 1966, na Inglaterra, com 22 gols de seleções estreantes: Portugal fez incríveis 17 gols (foi semifinalista) e a Coreia do Norte fez 5. Em 2006, foram seis os estreantes e eles somaram 21 gols, ficando muito perto, mas dando a dimensão da dificuldade do feito.
Em 2026 serão quatro as seleções estreantes (maior marca desde 2006), mas para quebrar a marca, Jordânia, Uzbequistão, Cabo Verde e Curaçao precisam somar 23 gols.

Chance: 🔴 Pequena

13. Maior número de estreantes que passaram da fase de grupos

Excluindo 1930 e Copas sem fase de grupos comparável, o recorde pertence à Copa de 1958, na Suécia, quando três seleções que estreavam naquele Mundial passaram pela fase de grupos: Irlanda do Norte, País de Gales e União Soviética (os dois últimos, curiosamente, eliminados pelo campeão Brasil).
Os principais estreantes que avançaram foram:

✔️1958: Irlanda do Norte, País de Gales e União Soviética.
✔️1966: Portugal e Coreia do Norte.
✔️1974: Alemanha Oriental.
✔️1986: Dinamarca.
✔️1990: Costa Rica e Irlanda.
✔️1994: Nigéria e Arábia Saudita.
✔️1998: Croácia.
✔️2002: Senegal.
✔️2006: Gana e Ucrânia.
✔️2010: Eslováquia.

No total, 16 seleções estreantes avançaram de fase desde 1950. As que foram mais longe foram as semifinalistas Portugal em 1966 e Croácia em 1998. Em 2026, mesmo com a volta do formato que classifica até 3 seleções por grupo, seria necessário que as 4 estreantes avançassem, o que parece pouco provável.

Chance: 🔴 Pequena

14. Gols de pênalti em uma Copa

O recorde de pênaltis convertidos em uma edição de Copa é 22 gols, na Copa de 2018, na Rússia. Aquele Mundial também teve recorde de pênaltis marcados: 29. Talvez não por coincidência, foi a primeira Copa do Mundo a utilizar o VAR.
Com 104 jogos em 2026 e o VAR já consolidado, essa é uma das marcas mais ameaçadas de cair.

Chance: 🟢 Grande

Griezmann marca pela França de pênalti na Copa de 2018. Estreia do VAR ajudou a consolidar recorde pênaltis marcados (29) e convertidos (22) no Mundial disputado na Rússia

15. Primeiro bicampeão do século 21?

As Copas do Século 21 têm uma curiosidade: até hoje foram 6 edições e 6 campeões diferentes. Ou seja, em 2026 aumenta a chance de termos o primeiro país bicampeão do século. São cinco candidatos, já que a Itália (campeã em 2006) está fora.

Candidatos diretos:

🇧🇷 Brasil: campeão em 2002.
🇪🇸 Espanha: campeã em 2010.
🇩🇪 Alemanha: campeã em 2014.
🇫🇷 França: campeã em 2018.
🇦🇷 Argentina: campeã em 2022.

Além disso, é a vez da Argentina de Messi e Cia tentar uma marca rara e que não acontece há 64 anos: o bicampeonato consecutivo. Só a Itália (1934 e 1938) e o Brasil de Pelé e Garrincha em 1958 e 1962 ostentam esse feito.

Chance: 🟡 Razoável

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Copa do Mundo 2026

Super Inteligência Artificial aponta seleções favoritas e deixa Brasil fora do Top 5

Faltou respeito? IA da Opta Analyst projeta Copa 2026 e coloca a Seleção apenas na 6ª posição. Veja quem são os favoritos!

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Infográfico da Opta Analyst mostrando as probabilidades de título e avanço de fase para as 20 principais seleções na Copa do Mundo 2026, com a Espanha em primeiro e o Brasil em sexto lugar.

O supercomputador da Opta Analyst atualizou, nesta segunda-feira, 1º de junho de 2026, as probabilidades estatísticas para a Copa do Mundo 2026, reafirmando a Espanha como a principal candidata ao título mundial. O modelo matemático reconhecido mundialmente utiliza inteligência artificial para cruzar dados históricos, desempenho recente e o chaveamento do torneio norte-americano. Dentro desse cenário técnico, a Seleção Brasileira aparece apenas na sexta colocação geral, superada por quatro potências europeias e pela atual campeã Argentina.

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O Top 5 e o favoritismo espanhol

A Espanha lidera o ranking de favoritismo com 16,1% de chances de erguer a taça da Copa do Mundo 2026. Logo atrás dos espanhóis, a França ocupa o segundo lugar com 13%, seguida de perto pela Inglaterra, que soma 11,2% de probabilidade.

A Argentina, atual detentora do título mundial, quebra a sequência europeia na quarta posição, registrando 10,4% de chances de conquistar o bicampeonato consecutivo. O top 5 é fechado por Portugal, que aparece com 7% de probabilidade de vitória final, ligeiramente à frente dos comandados de Carlo Ancelotti.

Brasil: 6 de Hexa ou de 6ª Força?

Como praticamente tudo em época de Copa, aqui o número 6 também persegue o Brasil. Mas nesse caso, não é 6 de hexa, mas sim de 6ª força da Copa. Sim, o Brasil ocupa a sexta colocação do ranking geral elaborado pela Opta Analyst, com apenas, olha ele aí, 6,6% de probabilidade de conquistar o tão sonhado hexacampeonato. Os números detalhados mostram que a Seleção Brasileira possui 38,2% de chance de alcançar as quartas de final do torneio, onde parou nas duas últimas Copas.

Caso avance, a probabilidade do Brasil chegar às semifinais cai para 22,1%, enquanto a chance de disputar a grande final é de apenas 12,3%. A oscilação recente e o caminho projetado até a decisão pesaram contra a equipe verde-amarela nos cálculos matemáticos.

Zebras e surpresas no G-20

Abaixo do Brasil, a tradicional Alemanha aparece em sétimo lugar, com 5,1% de chances de título, seguida por Holanda (3,6%) e a surpreendente Noruega (3,5%), que ocupa a nona posição impulsionada por seus astros individuais e resultados recentes. A Bélgica fecha o grupo das dez primeiras seleções com 2,4% de probabilidade de título.

O ranking dos 20 primeiros traz ainda a Colômbia como a terceira força sul-americana (2,1%), superando o Uruguai (1,7%) e o Equador (1,4%). Os anfitriões Estados Unidos e México aparecem empatados tecnicamente na parte de baixo do bloco, com 1,2% e 1% de chances de título, respectivamente.

Noruega de Erling Haaland chega badalada à Copa e é apontada como top 10 em chances

O peso dos dados da Opta Analyst

A Opta Analyst é a maior referência global em coleta e análise estatística detalhada do futebol profissional. A empresa fornece dados oficiais para as principais ligas do planeta, além de alimentar transmissões de grandes redes de TV e portais de notícias esportivas.

O trabalho da instituição é amplamente respeitado porque desconsidera o peso da camisa ou o clubismo nas análises de projeção. O supercomputador avalia o rendimento real dos atletas e das equipes através de milhares de simulações de partidas para entregar o cenário estatístico mais preciso possível.

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Copa do Mundo 2026

Adidas, Nike e Puma dominam 77% das seleções na Copa 2026

Guerra dos Mantos: Confira quem veste cada uma das 48 seleções da Copa 2026 no bilionário mercado de material esportivo

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Arte mostrando a divisão das seleções da Copa 2026 de acordo com as fornecedoras de material esportivo.

Adidas, Nike, Puma? Afinal, quem manda no bilionário mercado das camisas das seleções da Copa do Mundo 2026? A disputa fora das quatro linhas para a Copa nos EUA, México e Canadá já tem seus primeiros vencedores definidos no mercado de material esportivo.
Após a definição das 48 seleções, o trio formado pelas gigantes Adidas, Nike e Puma detém o controle de mais de 77% das seleções classificadas para o torneio na América do Norte, vestindo 37 delas no total. Com a expansão para 48 equipes, a Adidas lidera o ranking de volume com 14 parcerias, seguida de perto pela Nike (12) e Puma (11).
O Mundial deste ano marca ainda a estreia polêmica da marca Jordan no uniforme nº 2 do Brasil, um movimento ousado e histórico de lifestyle infiltrado no futebol de elite. Veja quem veste quem na Copa do Mundo 2026.

O Ranking do Poder: Adidas na Liderança

A marca alemã das três listras recuperou terreno e aparece como a fornecedora com maior número de seleções classificadas: 14. A Adidas aposta na coleção “Bringback”, com designs que remetem aos modelos clássicos e oversized dos anos 1990, vestindo gigantes como Argentina, Alemanha, Espanha e México.

A Nike, que liderava o ranking até a Copa do Catar em 2022 (a última com 32 seleções), agora é a segunda colocada e foca na tecnologia de performance e na exploração da herança cultural. O destaque absoluto é o Brasil, que além da tradicional amarelinha, apresentou um uniforme reserva azul marinho com o icônico logotipo “Jumpman” da Jordan Brand, buscando o público jovem norte-americano. A França, Inglaterra, Holanda e os anfitriões EUA e Canadá são outros destaques.

Puma e a ascensão das Marcas Alternativas

A Puma consolidou sua terceira posição investindo pesado mais uma vez no mercado africano e europeu de médio porte. Seleções como Marrocos, Senegal, Egito e Gana formam a espinha dorsal da empresa para este ciclo. Outros destaques da marca são Portugal (que recentemente trocou a Nike pela marca alemã), Suíça, Tchéquia, Áustria e a Nova Zelândia.

Atrás das “Big 3”, o mundial de 2026 abre (pouco) espaço para marcas menos globais que buscam visibilidade. Marathon (Equador), Merooj (Irã), Capelli Sport (Cabo Verde) e até a estreante 7SABER (Uzbequistão) tentam quebrar o oligopólio das gigantes, focando em designs que celebram a identidade local de forma mais artesanal.

O Impacto da “Segunda Tela” no Design

As marcas projetaram os uniformes de 2026 pensando na visualização digital. Cores mais vibrantes e padrões gráficos de alta definição foram escolhidos para “saltar aos olhos” nas telas de smartphones e tablets.
A estratégia visa o engajamento imediato nas redes sociais: quanto mais “instagramável” for a camisa, maior o volume de vendas no e-commerce. No Kmiza27, nós amamos camisas de futebol e entendemos que o uniforme deixou de ser apenas vestimenta para se tornar um ativo digital de alta performance.

Ame ou odeie: no Brasil, o “Jumpman” virou apropriação cultural

Nem todas as camisas lançadas caíram nas graças dos torcedores. A maior polêmica do ciclo é, sem dúvida, a substituição do icônico Swoosh da Nike pelo logo de Michael Jordan no uniforme azul (reserva) do Brasil. Bom, para começar, esse projeto já nasceu polêmico porque a camisa original seria vermelha, e foi defenestrada pela opinião pública e acabou abortada. O azul voltou para a camisa reserva do Brasil, mas não sem treta: a inclusão da logo premium da Nike que estampa a icônica imagem de Michael Jordan virou tema de debates que vão desde “era o Pelé que deveria estar ali” até “apropriação cultural” e “nada a ver um ídolo do basquete na camisa da Seleção”. Embora seja uma estratégia de lifestyle para o mercado norte-americano, os puristas criticam a perda da identidade “futebolística” em favor de uma marca de basquete.

Camisa reserva do Brasil em 2026 carrega a polêmica do logo da Nike com Michael Jordan

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