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Emoção, zebra e clássicos históricos: os jogos que a Copa do Brasil jamais deixará você esquecer

Desde finais eletrizantes a viradas mirabolantes: o torneio mais democrático do Brasil tem muito mais do que simples partidas.

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Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Criada em 1989, a Copa do Brasil foi projetada para dar chance ao “Brasil profundo” — times de estados menores enfrentando os gigantes. O que ninguém esperava era que, décadas depois, o torneio se tornaria um dos mais disputados, emocionantes e imprevisíveis do continente. Com premiação milionária, vaga na Libertadores e o prestígio de levantar aquela taça, poucos campeonatos nacionais no mundo entregam tanto drama por partida quanto este.

Clássicos que viraram lenda

Flamengo x Vasco (Final 2006)

Um clássico carioca de gala na decisão. O Rubro-Negro foi soberano nos dois jogos e ergueu o caneco sem sofrer gol algum.

Atletico-MG x Cruzeiro (Final 2014)

Depois de viradas épicas sobre Corinthians e Fla, o Galo fez o trabalho mais tranquilo justo na decisão, humilhando o arquirrival que era bicampeão brasileiro.

A arte da virada: quando tudo parecia perdido

Atlético-MG x Corinthians (Quartas de Final 2014)

O Galo voltou de São Paulo com 2 a 0 de desvantagem e todo mundo dando a vaga de presente ao Timão. Mas o Mineirão virou caldeirão e o Atlético aplicou um 4 a 1 histórico, de virada, para avançar. Era o sinal de que aquele time não tinha fronteiras para o impossível.

Palmeiras x Flamengo (Quartas de Final 1999)

Perdendo no Rio por 2 a 1, o Verdão ainda levou gol logo de cara no jogo de volta — situação de desespero total. Com um show de Euller, o Palmeiras foi às raias do impossível e fez 4 a 2 para uma classificação inesquecível. A campanha terminou nas semis contra o Botafogo, mas aquela noite ficou gravada para sempre.

A zebra mais saborosa da história

Sport x Corinthians (Final 2008)

O Corinthians venceu a ida por 3 a 1 e já começava a ensaiar discurso de bicampeão. O que o Leão da Ilha preparou para a volta, porém, foi uma aula de futebol nervoso e eficiente, vencendo por 2 a 0 e conquistando o título num critério de gols fora que até hoje gera debate.

O gol decisivo de Luciano Henrique foi especialmente cruel: escanteio mal afastado, chute de primeira, bola desviada e passando entre as pernas do goleiro Felipe. O futebol tem dessas.

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